— Há alguns segundos você estava gemendo como uma pu*ta no cio, não vou acreditar nessa sua lamentação. Ele aperta as mãos tatuadas em volta do pescoço dela. — Eu disse que você só sairia daqui quando engravidasse, então espere porque eu vou go*zar muitas vezes na sua bu*nda e na sua buc*eta. — Por favor. Ela continua implorando, e ele a espanca novamente. — Você me provocou, você me procurou. Eu te disse mil vezes para não provocar o dia*bo. Ele sussurra ameaçadoramente no seu ódio. — Mas você queria tentar, você queria que eu te deflorasse, e eu estou te dando o que você pediu. — Eu só quero amor. Ela diz, em lágrimas. — Eu quero que você me ame... Ele sorri m*aliciosamente e aperta os seus se*ios deliciosos. — Eu não amo ninguém. Ele admite. — Só a minha família. — Se eu lhe der

