capítulo 11

1077 Words
Tereza Dona Geralda- infelizmente senhor Dante se ele pagou antes eu não posso deixar ele na mão, a não ser que você o reembolse e pague um valor a mais pelo trastorno. dizia sínica, eu olhei para ela como se ela tivesse me vendendo ao satanás a troco de bala, ele abriu a carteira contou 10 mil reais em notas de 200 reais e entregou na mão dela, ela pegou toda sorridente, como se tivesse ganhado na mega da virada. Dante- está noite ela é minha. ele disse com prepotência e arrogância, como quem bate o martelo do leilão. dona Geralda- bom nesse caso, eu vou dar um jeito de me justificar com o cliente e você pode levar sua moça. disse feliz da vida, aquela mulher me causava náuseas. Ele não disse mais nada, me pegou pela mão como quem pega um prêmio e me levou até o elevador, subimos em silêncio, ao chegar no quarto, ele fechou a porta do quarto e começou a gritar comigo. Dante- é sério isso? você preferia subir aqui com outro cara que não fosse eu? o que eu te fiz ontem que foi tão r**m assim? perguntou olhando nos meus olhos atravessando a minha alma, eu me derreti, esqueci de tudo que eu prometi pra mim mesma que não faria e fiz. Tereza- claro que não, tudo que eu queria era estar com você aqui, mais você acha que é fácil? você não sabe de nada. falei saindo de perto dele caminhando pelo quarto passando a mão na cabeça, aquela situação toda estava me consumindo por dentro, estava envolvida por alguém que eu m*l conhecia. Dante- então me explica, p***a tô aqui tentando de entender mais tá f**a. ele dizia ainda alterado sem muita paciência, parecia que também estava com uma luta interna como eu, eu sentei na cama pra tentar manter uma conversa civilizada entre nós dois, ele ficou em pé me analisando. Tereza- meu verdadeiro nome é Tereza Dante e a dona Geralda é uma mulher sem escrúpulos, e sem moral e ela só quer tirar o seu dinheiro, hoje ela me falou que você é o todo poderoso do rio de janeiro, que você é mafioso, um bandido perigoso. falei honesta, colocando as cartas na mesa, tentando explicar o que estava me incomodando. Ele se sentou na cadeira na minha frente apagando os cotovelos nós joelhos e me olhando nos olhos. Dante- O que ela pensa e o que ela quer não me importa, eu sou bandido sim, mas o que você acha disso? perguntou me analisando, como se a minha resposta fosse importante. Tereza- eu acho que talvez você goste de ter o controle sobre tudo e todos, ou só não teve escolha e seguiu por este caminho mesmo, mais eu também sei que eu não tenho nada have com isso, sua vida suas escolhas, como você mesmo vê eu não sou ninguém pra julgar. falei cruzando os braços no próprio corpo, ele me olhava agora com um certo alívio. Dante- O que mais ela falou que tá fazendo você querer correr de mim então? perguntou sério. Tereza- ela disse que eu tenho que tratar você como um rei, te satisfazer de todas as formas possíveis, e tirar o máximo de dinheiro que eu puder de você, mais não é isso o que eu quero. falei encarando o chão, não sabia que reação esperar. Dante- com o dinheiro eu não me importo, pago o que for pra está sanguessuga do c*****o, mais não quero que você faça nada que você não queria, quero que sempre que subir aqui comigo, seremos reais um com o outro, por que lá fora eu e você sabemos que a mentira é um ato de sobrevivência na selva de pedras, não quero mentir pra você nem quero que minta pra mim, tudo que quiser pode conversar comigo, eu quero que sejamos amigos. Eu desesperada pra beijar está boca macia dele e ele me falando em ser meu amigo, é f**a, mais eu tenho que respeitar ele. Dante- agora me fala o que você quer? sua voz era rouca e autoritária. Tereza- .... Quando ele ia pensar em dizer mais alguma coisa o celular dele tocou no bolso, ele pegou o iPhone e quando ia atender, olhou na tela do celular e disse. Dante- é a minha mulher. as palavras caíram como bombas entre a i********e que acabamos de construir, eu não estava preparada pra ver ele sendo carinhoso com outra mulher, nem mesmo preparada para ouvir ele dizer "minha mulher" segurei seu braço firme e disse. Tereza- por favor, aqui não, não deixa ela entra nesse quarto, por favor. pedi quase como uma súplica, eu não tinha este direito, mais também não queria vivenciar uma ligação dele carinhosa com ela, ele assentiu com a cabeça e desligou o celular, guardou no bolso da calça de novo, eu sorri pra e ele retribui com um sorriso tímido. Tereza- o que estamos fazendo aqui Dante? perguntei buscando por respostas, nas quais eu mesma não sei se queria ouvir. Dante- eu ainda não sei, mais não vamos pensar nisso agora, o que voce quer fazer? falou se afastando, eu percebi que não teria as minhas respostas agora então tentei manter o clima bom. Tereza- podemos olhar um filme se você quiser. ele deu um meio sorriso. Dante- podemos sim, vou chamar o menor pra trazer algumas coisas pra nós comer. Tereza- está bem eu vou colocando o filme. falei animada, só de estar ali com ele já me sentia bem, ele estava me fazendo um bem no qual ele nem sabia, me senti mais normal, mais humana, como a um bom tempo não me sentia. Depois de um tempo o Iago trouxe as coisas que o Dante pediu, comprou batatas fritas e hambúrguer pra mim e pra ele, refrigerante e até sorvete, ficamos comendo, como se fossemos dois amigos passando um sábado a noite juntos, estávamos olhando o filme uma linda mulher. Quando a gente já estava satisfeito de tanto comer, ficamos deitados na cama apenas olhando o filme, um do lado do outro. Tereza- isso é só um filme, na vida real estas coisas não acontecem. falei rindo. o filme uma linda mulher, é um clássico, onde um magnata se apaixona por uma prostituta e tira ela da vida de p**a, resgata ela como um príncipe encantado. Dante- por que não? podem acontecer sim. eu olhei pra ele com cara de deboche.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD