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ALEX NARRANDO — Então, eu estou bem mesmo, doutor? — Eu perguntei para o meu neurologista e ele concordou com a cabeça. Maya, meu pai e minha mãe estavam comigo no momento da minha liberação. — Está tudo ótimo. Não esqueça de vir no neurologista a cada dois meses. — Concordei com a cabeça, feliz da vida. Não demorou muito para irmos embora. Fiquei em observação apenas uma noite, e foi ótimo. Quando cheguei em casa, havia um banquete preparado para mim, e eu gostei do carinho. Comemos juntos, mas como eu ainda estava um pouco cansado, fui dormir cedo. Um pouco mais tarde naquela noite, Maya bateu na porta suavemente e entrou. Ela fechou a porta e veio se deitar ao meu lado, embaixo da coberta. Viramos um pra frente do outro e ela sorriu de forma doce. — Oi. — Disse. Eu sorri de volta.

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