Não queria levantar da cama naquela manhã, preferia continuar com o Noah. Ele beijou meus cabelos, girei meu corpo, ficando de frente para Noah e me agarrei a sua cintura.
— Bom dia, meu anjo — sussurrou no meu ouvido.
— Bom dia — respondi sonolenta.
Quer fazer algo? Assistir alguma coisa? — perguntou — Vou trazer café na cama pra você e podemos ficar aqui hoje, amanhã a gente volta a se concentrar no ensaio e nos panfletos.
Assenti, de modo que decidimos por uma série.
Escolhemos Julie and The Phantoms, eu havia começado e não terminei. Então Noah colocou tudo de novo, mesmo já tendo assistido. Ele trouxe várias coisas gostosas e depois de tomarmos café, ele encostou na cabeceira da cama, envolvendo-me pela cintura. Noah estava tão quentinho, apesar do frio que fazia lá fora.
Praticamente maratonamos a série, comendo pipoca, enquanto eu tentava abstrair das coisas que fizemos ontem nessa cama e no banheiro. Passando a apreciar ainda mais aquele momento singelo sem malícia ou segundas intenções. Quando acabou a temporada, ele foi pegar algo mais substancioso para comermos. Talita e Jonas tinham saído, eles pareciam querer nos deixar a sós. Esperava que não tivessem ouvido nossas estripulias ontem à noite ou morreria de vergonha.
Eu não estava com muita fome, tanto que praticamente não toquei na comida. Apesar de estar uma delícia, ao contrário do Noah, que colocou tudo pra dentro. Decidindo tomar um banho rápido após, o que eu protestei. Alegando que não era bom tomar banho logo depois de comer. Sabem como é.
— Só vou molhar o corpo, não se preocupe. — deixou um beijo na minha testa, pegou uma toalha limpa, roupas e entrou no banheiro.
Mordi o lábio, decidindo se teria coragem para entrar com ele. Mas decidi que era melhor não brincar com o fogo, então sai do quarto e fui tomar um ar na varanda, a noite já caia e o céu lotado de estrelas estava lindo. Peguei o celular e mandei mensagem no grupo das meninas, não tinha mais falado com Gabriel. E, como meus pais não eram muito de tecnologia, cabia à Larissa dar notícias minhas a eles. Mandei um áudio dizendo que estava bem, ensaiando bastante, mas que hoje excepcionalmente não fiz nada. Safira logo respondeu, perguntando se Noah e eu avançamos. Contei que dependia o que ela queria dizer com "avançamos" só para provocar, não contaria o que aconteceu entre nós agora.
Avisei que mandava mensagem mais tarde e voltei para o quarto. Só para meu queixo ir ao chão com a cena que presenciei.
Noah estava enxugando os cabelos, virado contra a porta aberta, a tatuagem de dragão cobria quase toda a extensão das costas. Senti uma fisgada no coração ao me lembrar da primeira vez que a vi, ainda não cicatrizada. Não era uma boa lembrança, mas ali, observando seus músculos se movimentarem enquanto ele enxugava os cabelos. Não dei muita bola e logo afastei o pensamento r**m de quando o vi beijando Shaiene. Pois praticamente precisei limpar a baba que escorria pelo meu queixo. Fiquei imóvel, apenas observando. Ele se virou repentinamente para pegar alguma coisa na cama e me viu. Meu rosto queimou de vergonha e não foi apenas o rosto que queimou, abri a boca para falar alguma coisa. Só que nada saiu. Noah sorriu para mim e veio em minha direção, a visão realmente era gloriosa.
Ele era a coisa mais linda que meus olhos já viram.
— Te procurei quando saí do banheiro, aonde foi? — quis saber, sem se dar conta do meu estado de agitação.
— Fui tomar um ar na varanda. — respondi, agradecendo pela minha voz soar firme.
Apesar do meu nervosismo.
Noah envolveu minha cintura, puxando meu corpo para si. Hesitei por um instante, visualizando sua pele dourada. Ele cheirava a loção pós barba e menta. Era bom, tudo em Noah chamava minha atenção. Ele se inclinou para beijar minha boca e eu me adiantei para corresponder.
— Quero repetir — sussurrei em seus lábios.
Ele se afastou de mim para olhar nos meus olhos e engoliu em seco.
— Agora?
Fiz que sim com a cabeça.
Noah mordeu o lábio inferior e me pegou no colo, envolvi as pernas ao redor de sua cintura e me agarrei a ele como se minha vida dependesse disso.
— Pensei que fosse querer esperar um pouco mais — mencionou, abrindo um sorriso travesso. — Ontem você disse que estava dolorida.
— Foi a melhor noite da minha vida — sussurrei envergonhada — Mas se não quiser agora, eu…
— Claro que eu quero — ele me jogou na cama — Quero repetir quantas vezes você quiser, meu anjo.
Mordi o lábio inferior, no instante seguinte Noah voltou a me beijar, explorando meu corpo com as mãos de uma forma menos contida. Ele parecia querer me devorar por inteiro e eu permitiria sem nenhuma dificuldade. Foi descendo os lábios para o meu pescoço, traçando rastros de calor pela minha pele até chegar no meu umbigo. Deixou beijinhos por ali também e retirou meu short com toda a calma do mundo, de início seus dedos começaram a brincar na minha região íntima, ele abriu meus lábios com o indicador e introduziu um dedo no meu interior. Fazendo movimentos de vai e vem, mordi o lábio e fechei os olhos, desejando que ele colocasse outra coisa dentro de mim. Algo maior e que me fez revirar os olhos de prazer ontem. Noah passou a usar quase a palma da mão para estimular meu c******s, então estava ficando extremamente gostoso, soltei um gemido e joguei a cabeça para trás, apertando o lençol entre os dedos.
Mas então ele parou, se encaixou entre as minhas pernas, agora completamente exposto. E lá estava, toda a glória que experimentei ontem, o corpo esculpido por deuses, o abdômen definido à perfeição, a carinha de safado e o… Ah, que delícia, agora no claro eu podia observar melhor, era grande e estava tão duro que chegou a causar uma fisgada lá embaixo.
— Eu já estou morrendo de t***o — sussurrou, apertando meus s***s — Mas queria testar outra posição hoje, será que você consegue?
Fiz que sim com a cabeça, eu queria tentar o que ele quisesse. Noah sorriu e retirou completamente meu short, em seguida a calcinha e minha blusa, quando ele enfim expôs meus s***s, fiquei esperando que me mostrasse o que eu deveria fazer. Então Noah me puxou pela cintura e ajoelhou na cama, me colocando em cima dele com as pernas abertas. Ele me encaixou perfeitamente em seu p*u e dessa vez, talvez por causa do t***o e de já termos praticado ontem, ele entrou em mim sem tanta dificuldade. Nossos gemidos se misturaram ao estarmos pele com pele, com Noah dentro de mim.
— Está doendo? — perguntou com a voz entrecortada, olhando dentro dos meus olhos.
— Não — sussurrei, estava sentindo um leve incômodo por causa da grossura do seu p*u, mas nada que me fizesse querer desistir.
— Vou te movimentar — falou, me apertando um pouco mais.
Balancei a cabeça em concordância.
Ele começou a levantar meu corpo aos poucos e depois me forçava para baixo, fazendo seu p*u entrar e sair, me levando a loucura. Seus braços ao meu redor me davam uma sensação de segurança tão grande, eu faria qualquer coisa que Noah pedisse naquele momento.
— Será que dá pra gente tentar de outro jeito? — indagou ofegante — Acho que vai ser melhor.
Apenas concordei e ele se retirou de dentro de mim, então me virou de costas.
— Fica de quatro, meu anjo — pediu, a voz baixa e rouca, senti outra fisgada e a minha b****a se contraiu de prazer ao ouvi-lo.
Ele abriu minhas pernas um pouco mais, em seguida seus dedos tocaram minha b****a.
— Perfeita, toda molhadinha — sussurrou e no instante seguinte entrou novamente em mim.
Soltei um gemido entrecortado e ele segurou meu cabelo, a outra mão se manteve no meu quadril. Então ele passou a meter em mim com menos receio, entrando e saindo. Meus s***s balançavam com o atrito dos nossos corpos e acabei soltando gemidos não tão baixos, a sorte é que estávamos sozinhos.
— Se estiver doendo me avisa que eu paro.
— Continua, por favor — implorei. — Mais forte.
— Mais forte?
— Si-sim — gaguejei.
— Seu desejo é uma ordem — ele aumentou a velocidade das estocadas, fazendo sons de prazer que me enlouqueciam.
— Você é tão apertada — falou entre gemidos. — Queria meter mais rápido, só que não entra fácil e tenho medo de te machucar.
— Só me fode, Noah — pedi quase perdendo as forças nos braços. — Me fode que eu aguento.
Ele riu, uma risada rouca e deliciosa, mas obedeceu. Me fodendo com tanta força que tive que fechar os olhos e morder o lábio inferior para não pedir que parasse. Em determinado momento, ele se retirou completamente de dentro de mim, só para voltar a entrar, enquanto puxava meu cabelo e apertava minha b***a.
— Acho que vou gozar só de ouvir você gemer…
— Noah — chamei com dificuldade. — Eu queria uma coisa…
— O que, meu anjo?
— Chupa meus s***s — pedi envergonhada.
— Vamos ter que mudar de posição — respondeu, saindo de dentro de mim.
Ele deitou na cama e me puxou para o seu colo.
— Senta aqui — obedeci e me ajeitei em cima dele.
Não demorou dois segundos para começar a quicar em cima do seu p*u, Noah segurava minha cintura e me movimentava. Então eu me esfregava nele sempre que sentia uma onda de prazer muito forte, meus s***s balançavam tanto, que eu estava quase segurando, mas Noah o fez.
— Desculpa, é que eles são tão lindos que eu queria ficar só olhando por um tempo…
Eu ri.
— Pode olhar pra eles quando quiser, agora chupa, por favor…
Ele engoliu em seco, o pomo de adão subiu e desceu, até Noah abocanhar um deles e apertar o outro. Gemi jogando a cabeça para trás, enquanto ele sugava o bico do meu seio, fazendo sons desesperados.
— São tão lindos, você é toda linda… — sussurrou, lambendo ao redor. — Posso deixar uma marquinha? Sua pele é tão branquinha e macia, pede por isso.
Assenti entorpecida.
Então ele sugou por vários segundos entre os meus s***s, eu já estava quase gozando, portanto continuei rebolando no seu p*u. Até que Noah voltou a chupar o bico dos meus s***s, intercalando com lambidas em ambos, parecia que ele estava mamando e meus b***s já estavam sensíveis demais.
— Noah, acho que eu vou… — mordi com força o lábio inferior, quando ele sugou meu bico e apertou o outro entre os dedos.
Em seguida ergueu o quadril e penetrou ainda mais em mim. Não consegui resistir e tombei para a frente como uma boneca de pano, ele me abraçou pela cintura e beijou minha testa suada.
— Você gozou? — perguntei inocentemente.
— Não — respondeu com calma.
— Desculpe.
— Não se preocupe com isso.
— Eu quero fazer você gozar também.
— Como você quer fazer isso, meu anjo? — Tornou a beijar minha cabeça.
— Pode continuar até chegar… — sussurrei envergonhada — Eu aguento.
— Não, você já está sensível, vai te machucar e isso eu não quero — afirmou, dando um quentinho no meu coração.
— Mas você ainda está completamente duro — falei, tocando sua ereção, que não tinha diminuído tanto.
Ele gemeu.
— Desculpe não ter tanta experiência.
— Não tem problema, eu também não tenho — respondeu sem rodeios.
— Então como sabe de tanta coisa?
Ele riu e corou.
— Bom…
— Ah — compreendi o que ele quis dizer.
— Não me orgulho muito disso, mas eu só vejo de vez em quando e agora eu tenho você, que é melhor que qualquer filme pornô.
— Fico lisonjeada de você falar assim, essas mulheres são tão perfeitas e gostosas.
— Você é muito mais gostosa que qualquer uma delas, meu anjo — apertou a ponta do meu nariz. — É real, perfeita e seus s***s… Uau, não sei nem o que dizer. Sua pele macia, seu rosto, você é maravilhosa, estou completamente satisfeito com você. Não preciso mais desses filmes.
Ele me apertou contra si.
— E se… — hesitei, mordendo o lábio. — Você me mostrasse um pra eu saber o que fazer?
Ele engoliu em seco.
— Quer assistir comigo?
Fiz que sim com a cabeça.
— Só se você quiser…
Ele engasgou e levantou da cama, pegou o notebook e voltou.
— Tem certeza? Não precisa fazer as mesmas coisas, vamos aprender juntos e com o tempo.
— Tudo bem, eu quero — afirmei com todas as letras.
Ele assentiu e colocou um filme. Eu deitei em seu peito e comecei a acariciar seu p*u, que ainda estava duro. Nos primeiros minutos era uma mulher loira e gostosa pra caramba, em casa, aguardando alguém vir arrumar seu chuveiro, então chegavam dois homens uniformizados, também ambos uma delícia e em questão de segundos os três estavam transando loucamente embaixo chuveiro. Um deles metia nela pela frente, enquanto chupava seus s***s e o outro por trás, puxando seu cabelo. E se eu achava meus s***s enormes, os dela eram surreais.
— Uau, isso é… — comecei a corar e a sentir contrações no meu baixo ventre.
Eu estava ficando excitada de novo? Esfreguei as pernas uma na outra para conter a agonia lá embaixo, bem no momento em que um dos caras erguia as pernas da mulher e penetrava nela, o outro fez o mesmo e o close da dupla penetração em sua b****a rosada escorrendo g**o, me fez soltar um gemido de prazer. Fiquei morta de vergonha, mas Noah apenas riu e me tocou.
— Está excitada? — perguntou, sentindo minha carne úmida.
Ele deslizou os dedos por ali e eu gemi, fazendo que sim com a cabeça.
— Eu também e nem é pelo filme e sim por você, sabia que você fica irresistivelmente sexy quando fica assim com o rosto corado de prazer?
Eu queria testar aquilo algum dia, quer dizer, dois homens estupidamente gostosos comendo minha b****a ao mesmo tempo. Devia ser maravilhoso. Mas não podia dizer isso a ele.
— Me come desse jeito, Noah — pedi sem pudor. — Me fode desse jeito, por favor.
Ele assentiu e pulou em cima de mim, meus s***s chacoalharam, ele arreganhou minhas pernas e meteu em mim com toda a força. Gritei e gemi ao mesmo tempo, quando ele passou a se movimentar, entrando e saindo…
— É assim que você quer? — indagou, metendo cada vez mais fundo e mais forte.
— Si-sim — gemi em resposta.
— Safadinha… eu sei que eu sou um só e provavelmente você gostaria de ter mais um p*u entrando em você…
— O seu tá ótimo — sussurrei entregue.
Ele começou a apertar meus s***s, então retirou o p*u e começou a esfregar a cabeça na minha b****a molhada. Em seguida, penetrou em mim até o talo.
— p***a, você é muito apertada e é difícil colocar tudo — resmungou, soltando um gemido desesperado.
— Chupa meus s***s, acho que vou gozar…
— Calma, estou quase lá — respondeu, acelerando as estocadas. — Aguenta mais um pouco.
— Eu vou… — ele sugou o bico do meu seio e então não vi mais nada, só senti os espamos vindo e seu p*u se contraindo dentro de mim.
Eu já estava toda melecada outra vez, mas precisava descansar por alguns minutos. Ele tombou em cima de mim, deitou a cabeça nos meus s***s e ficou assim por algum tempo, depois fomos tomar um banho juntos e passamos o restante da tarde dormindo.