capítulo 2

1461 Words
Marcel Já fazia algumas horas que estávamos aqui olhando para a cara feia desse infeliz que se recusa a abrir a maldita boca para falar o que eu quero ouvir já tinha dias que eu tinha colocado meus homens espalhados por cada beco e viela de Las Vegas tudo isso para achar esse desgraçado que está agora em minha frente tremendo igual uma vara verde. — Então Lúcio você vai falar ou vai continuar calado? – pergunto para ele caminhando até a mesa onde fica os utensílios de tortura. E o que eu recebo do infeliz? Silêncio, somente isso e no meu ponto de vista eu acho que estou sendo muito bonzinho com esse rato então já é um serrote que está meio cego e volto para perto dele e assim que o mesmo ver o que eu tenho em minha mão começa a tremer e mijar nas calças e, no fundo, eu gosto desse efeito que o causo nas pessoas e sorrio o meu melhor sorriso psicopata. — EU FALO – ele grita chorando bastante — Então me diga seu rato traidor – digo para ele entre dentes o olhando com nojo — Foram os russos – ele solta ainda chorando e tremendo bastante — Foi difícil? – pergunto olhando para ele com os braços abertos em ironia e ele n**a — O senhor vai poupar a minha vida? – Ele pergunta parando de chorar, mas tremendo muito ainda Olho o bem para ele ir lhe dou um sorriso de tubarão que todos conhecem perfeitamente bem enquanto olho para ele que me olha com mais medo ainda. — Sabe Lúcio – pauso – eu não perdoo ratos traidores – digo de costas para ele pegando uma faca — Mais eu falei o que você queria saber – ele fala totalmente desesperado Ainda de costas para ele pego uma faca e a analiso bem e me viro lentamente esse seu olhar cai na faca que está em minha mão e começa a gritar desesperado tentando se soltar e suplicando pela vida — Nada contra mais eu odeio ratos – digo para ele ainda com sorriso Atiro a faca da onde estou e ela se enterra em seu pescoço o fazendo arregalar os olhos e começando a se engasgar em seu próprio sangue caminho até ele lentamente me abaixando um pouco e chegando perto do seu ouvido colocando a mão na faca. — Te encontro no inferno – sussurro no ouvido dele e girou a faca algumas vezes Começo a ver a vida se ele vai ir de seus olhos e puxo a faca e um pouco de sangue em meu rosto no processo ninguém direito e um dos meus homens estendi um pano eu o pego limpando meu rosto e minhas mãos. — Tirem a cabeça e mande para os outros como aviso – digo para eles que confirmam e começam a fazer o que eu mandei Saio do meu matadouro em passos lentos e calmos quando já estou do lado de fora vejo o meu irmão mais novo parado encostado em seu carro. Suspiro alto chegando perto dele — O que você quer aqui? – pergunto parando de frente para ele e cruzando os braços — Poxa! cara, é assim que você me recebe – ele fala dando um soquinho em meu ombro O olho com a sobrancelha arqueada — Diz logo o que você quer – falo para ele começando a ficar sem paciência — Eu preciso de dinheiro – ele fala coçando a nuca — Não – digo somente isso lhe dando as costas e começando a andar até meu carro. Escuto ele buscar e praguejar alguma coisa — Qual é cara – ele grita e escuto os seus passos vindo até mim — Você que dinheiro – me viro – Então tome um lugar na família que você terá dinheiro – digo friamente olhando em seus olhos Ele levanta as mãos em sinal de rendição olhando para o chão por um tempo até que finalmente me olha suspirando e fico esperando ele falar. — Tudo bem – é tudo que ele disse em sinal de rendição com olhar resignado. — Esteja na sede amanhã cedo – digo para ele dando o meu olhar mais duro — Ok – é tudo que ele fala me dando as costas Me viro e sigo para o meu carro o motorista está lá me esperando assim que entro o carro começa a se locomover fico mexendo no celular por um tempo quando chegamos na avenida o carro para em um sinal vermelho olha pela janela do carro e a morena que está parada em frente a um restaurante me chama atenção pego o meu celular e fotografo a mesma e fiquei a admirando por um tempo como se sentisse que está sendo observada ela levanta seu rosto olhando para todos os lados e a sua beleza me faz ficar sem ar e tira outra foto pegando o seu rosto e ficou olhando para ela até que o carro começa a se locomover novamente pela avenida movimentada fico olhando o seu rosto por um tempo até que sou despertado por Tim meu motorista — Senhor chegamos – ele fala me fazendo olhar para a fachada da mansão Desço do carro e caminho para dentro de casa e sigo direto para o meu escritório assim que entro no mesmo encontro meu amigo e braço direito Paul lá sentado me esperando me senta em minha poltrona e ele começa a falar, mas minha cabeça estava ainda na garota da foto. — Cara, Em que mundo você está? – me pergunta me olhando com o cenho franzido — Perdão estava pensando em algumas coisas – digo para ele que me olha com os olhos cerrados — Não, me diga que era naquela p**a da Suzy que você estava pensando? – Ele pergunta para mim um pouco irritado Aquela p**a achou que poderia me iludir enganar e fugir com outro meu ódio por aquela vagabunda é tão grande que coloquei meus homens nos quatro cantos do mundo para irem atrás dela e daquele infeliz que era meu segurança. — Não, é nela não – digo ríspido respiro fundo e pego o meu celular colocando na foto da garota que eu vi hoje e mostrando para ele — Uau, Quem é essa gatinha? – ele me pergunta assobiando para a morena — E aí, que você entra – digo para ele com um sorriso sombrio — Entro no quê? – Ele pergunta me olhando confuso — Descobrir tudo sobre ela – digo para ele o óbvio apontando para a foto — O que você pretende fazer? – Ele pergunta me olhando desconfiado — Eu vou sequestrar ela – revelo o que tenho em mente o pegando de surpresa Ele tenta me convencer do contrário, mas o mesmo sabe que é uma perda de tempo, pois, quando eu coloco uma coisa na minha cabeça ninguém tira ficamos conversando, mas outras coisas, por exemplo sobre os carregamentos de metanfetamina e sobre as plantações de maconha e papoula terminamos a pequena reunião com ele dizendo que ia procurar as informações sobre quem eu queria indo embora e eu o acompanho até a saída logo em seguida subo as escadas para o meu quarto que a minha pelo corredor até chegar em meu quarto assim que entro no mesmo encontro na minha cama às duas putas que eu pedi de um dos meus clubes. Caminho até o banheiro me livrando de minhas roupas entram no box e água morna caindo me faz relaxar passo no meu p*u o fazendo ficar ereto termino o meu banho e volto para o quarto totalmente nu e encontro as duas putas na cama de quatro subo em cima da cama passando a as mãos nas bucetas das duas as fazendo gemer tira minha mão e místico pegando a caixa de preservativos pego um e r***o o papel laminado e encapo o meu p*u e sem aviso em fio de uma vez na b****a de uma delas, mas isso não foi o suficiente para tirar aquela garota da minha cabeça e deixando totalmente furioso saio de dentro da p**a saindo da cama. - SAIAM DAQUI – grito para às duas mulheres que saem correndo assustadas Me deito na cama totalmente frustrado olhando para o teto pensando em como uma estranha pode me deixar assim pego o meu celular coloco na foto e começo a b*******a olhando para sua foto aumenta o movimento da minha mão até gozar. — Eu vou te sequestrar para mim – digo olhando para foto da morena misteriosa Coloco o celular de novo no criado me ajeito na cama e fico encarando o teto pensando nessa garota até o sono vir..
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