Isabella m*l termina a ligação quando batem na porta novamente. Não é uma batida hesitante. É firme. Ela troca um olhar comigo antes de abrir, como se estivesse confirmando se estou pronto para o que vem a seguir. Eu apenas assinto. A porta se abre. Rocco entra primeiro. Ele sempre entra primeiro. O olhar dele percorre o quarto inteiro antes de parar em mim. Avaliando. Confirmando. Calculando. É o mesmo olhar que ele usa antes de uma negociação perigosa ou de uma guerra. Só que agora há algo mais ali. Alívio. Ele se aproxima da cama devagar. — Então era verdade — ele diz. Minha voz ainda está rouca quando respondo. — Você achou que ela estava mentindo? Ele solta um pequeno respiro pelo nariz. — Achei que você ainda podia estar sedado. — Infelizmente para você, não estou. U

