Victor Alencar Desde o momento em que a Isabela saiu daquela sala, meu dia foi direto pro inferno. A mente bagunçada, o sangue fervendo, e o peso do arrependimento socando meu peito como se fosse um tambor. Pra piorar, Aline apareceu. — Baby, que tal um jantar hoje? — disse, jogando charme barato. — Não tô a fim, Aline. — Droga, Victor! Que diabos tá acontecendo com você? Ultimamente parece que não quer mais nada comigo! — Não é nada. Só… trabalho demais. Ela arqueia a sobrancelha. Jogo velho. — Oh, baby… deixa eu te fazer esquecer o trabalho… — e puf, o vestido foi pro chão. Ficou nua. No meio da sala. Aline sempre teve essa mania de achar que eu sou um botão de liga/desliga. — Aline, se veste. Não faz isso. — Fazer o quê, Victor? Querer o próprio namorado é pecado agora?

