Faruk Arslan Eu tive uma bela e enorme revelação dentro deste quarto. Não foi só o soco, foram os movimentos dela que me pegaram completamente desprevenido e ainda estou incrédulo com o que houve aqui. Najla ou seja lá quem for essa mulher, é muito mais do que pensei e só esse confronto aqui já me deu umas respostas. Com certeza, ela não é uma mulher comum e sabe bem como, não só se defender, como sabe atacar e tem uma força impressionante. A porrä da minha boca sangra e lateja desde o primeiro soco. E a porrä complica, porque nunca precisei lutar contra uma mulher. Se fosse um homem aqui, eu já tinha quebrado seu pescoço num golpe só. Então, isso aqui é inusitado! — Bem assim... quietinha! — Eu a provoco com gosto. — Me solta... seu idiotä! — Ela remexe, mas não tem sucesso. —

