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1578 Words

Kayra Arslan A boca de Faruk devora a minha como se tivesse fome, e eu me deixo ser comida por ele. Os beijos são intensos, desesperados, como se fosse impossível de parar. Me sinto presa nele, e ao mesmo tempo solta, livre para ceder. Já estou sentada sobre a mesa do escritório, e tudo ao redor desaparece. Não há mais papéis, não há mais organização, não há mais hierarquia. Só existe ele me segurando, apertando a minha cintura, descendo os lábios pelo meu pescoço, mordendo, sugando, me fazendo arfar. E gemer. É quase impossível lutar contra isso. Eu tento, por dentro, manter algum tipo de resistência, mas não dura nada. No primeiro toque do Faruk, meu corpo já responde sozinho. É como se cada célula, cada veia, cada pedaço de mim o chamasse, implorasse por ele. O calor se espalha rá

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