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1225 Words

Faruk Arslan A porta se fecha atrás dela com um estalo seco. O silêncio chega pesado e se instala. Fico sozinho com meu irmão no escritório, a luz suave do abajur caindo sobre a mesa e projetando sombras longas nas paredes. Não digo nada de imediato. Apenas cruzo os braços e encosto-me à mesa, revendo cada palavra que aquela mulher disse. Meu irmão é o primeiro a quebrar o clima com um meio sorriso. — É... ela é bonita… e tem um nome bem excitante. — Ele não perde uma chance. Reviro os olhos. — Estou falando sério, Brahan! Não é piada, porrä. Ele dá de ombros, ainda com aquele ar descontraído que insiste em carregar mesmo nos momentos em que não convém. — Tudo bem! — Diz ele. — Mas nada do que ela disse faz sentido. Nada. Temos que ficar de olho... tem muitos buracos nessa histó

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