Kayra Arslan Eu vou subindo as escadas e chego no quarto. Só quando eu entro e fecho a porta, eu fecho as mãos em punhos e depois passo as mãos nos cabelos remoendo a raiva. Ranjo os dentes, sinto vontade de quebrar alguma coisa, mas não tem nada aqui. Nada mesmo! Mas se tivesse, eu não quero dar a louca de forma inconsequente e mostrar que aquilo me atingiu mais do que deveria. — Se controla, Kayra... você já resolveu... — Eu falo comigo mesma. Não vou dar o gosto ao Faruk e nem a ninguém de sair fazendo cena. Isso não combina comigo! Mas, a raiva está aqui e sinto o corpo quente, fervendo e a mente explodindo. Só consigo lembrar da voz daquela putä: “preciso de você”, falando igual a ia c****a no cio. Imagina se fosse outra pessoa os flagrando ali? As piadas e os olhares que eu iria

