Faruk Arslan Eu sabia que tinha pegado pesado com ela logo no primeiro treino. Três voltas completas ao redor da propriedade, exercícios de base, flexões, barras, deslocamentos curtos. Tudo isso para alguém que não tem preparo suficiente parece desumano. Mas eu precisava ver. Eu precisava medir até onde Kayra suportava. E ela suportou. Mesmo exausta, mesmo com o corpo tremendo, mesmo sem forças evidentes… ela insistiu. Não reclamou, não me atacou, não desafiou as minhas ordens. Apenas seguiu. Isso, para mim, já é um sinal claro. A força está nela, escondida, esperando ser moldada. O corpo dela responde, só falta aperfeiçoar. E eu mesmo vou cuidar disso. Se ela realmente quiser, vai aprender. Vai dominar os próprios músculos, vai aprender a resistir à exaustão, a não ceder ao cansaço.

