Faruk Arslan Depois do banho, tento descansar um pouco. O corpo pede e a cabeça implora. Eu fecho todas as janelas, cortinas e tranco a porta. Depois, eu me jogo na cama e, dessa vez, o sono vem rápido, pesado, como se eu tivesse sido arrancado de um redemoinho. Três horas depois, acordo renovado o suficiente para enfrentar o dia. Ou o restante dele. Me visto para sair. Escolho roupas escuras, a jaqueta de couro reforçado, botas limpas, o cinto com a adaga de punho trabalhado. Gosto de estar pronto para qualquer situação, seja uma conversa, seja um combate. Tanto faz. O caminho até a casa de um dos líderes é longo, mas o percurso me ajuda a organizar os pensamentos. Vou com Brahan ao meu lado. Ele dirige, eu observo a estrada. — Conseguiu dormir para se preparar? — Ele quebra o sil

