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Kayra Arslan Treinar tem sido a melhor parte dos meus dias. Eu saio acabada, sem forças para levantar os braços, o corpo doído, exausta de um jeito que parece que até respirar exige esforço…, mas me sinto viva. Satisfeita. Realizada. Faruk não pega leve comigo. Não existe delicadeza, não existe "jeitinho". Quando entramos em combate, ele luta como se eu fosse qualquer inimigo. Os golpes são reais, a força é real, e eu adoro isso. Adoro cada vez que preciso reagir, calcular, suportar, e mesmo quando caio no chão, sinto que conquisto algo. Já percebo diferenças em mim. O controle da respiração, a velocidade da reação, a firmeza dos músculos. Em poucos dias, veio avanços pequenos, mas que me enchem de confiança. Por isso tenho andado mais leve. Mais de bom humor. Até aceitei, sem reclama

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