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Kayra Arslan Não existe um minuto de paz. Que merdä! Eu me casei ontem e hoje já tem corpos jogados na grama, ameaças, sangue e recados de guerra. É como se o destino tivesse prazer em me esfregar na cara que não posso respirar, que não posso simplesmente existir sem que alguém queira me arrancar daqui. Sinto raiva. Raiva de Halit, raiva do sul, raiva dessa vida que não dá pausa. E, principalmente, raiva por não ter controle. Passo o dia inteiro ao lado de Faruk. Não é só escolha, é necessidade. Ele não me afasta e, por mais que isso me surpreenda, não recusa a minha presença mesmo com olhares curiosos. Caminho com ele entre armas, homens, ordens. Ele respira estratégia, e eu tento acompanhar. Vejo como organiza cada detalhe: armadilhas sendo preparadas em pontos distantes da mansão

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