16

1204 Words

Faruk Arslan Não preguei os olhos até tarde da noite. A festa foi longa, barulhenta, cheia de rostos conhecidos, copos erguidos, gritos de vitória e risadas que ecoaram pelo pátio até quase o amanhecer. Quando finalmente me recolhi, o sono não passou de duas horas mäl dormidas. Antes que o sol tocasse o horizonte, eu já estava de pé, pronto para treinar. Não é apenas o hábito que me traz aqui, mas algo que me corrói por dentro. Um incômodo constante, como se uma pedra pequena e pontiaguda estivesse presa entre meus ossos. Uma inquietação que não quer sair… e que, para meu azar, tem rosto, voz e um par de olhos que insistem em voltar para minha mente. Najla. Ou seja, lá quem ela realmente for. Foi eu quem a resgatou. Eu quem a tirei daquele estado. Coloquei-a dentro da minha casa. E

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD