— Senhor, o senhor não pode fazer isso! É desumano! Você vai destruir a minha vida! Você é um monstro psicopata! — Roberto exclamou, chorando feito uma criança de cinco anos, dando um passo trêmulo à frente, as lágrimas escorrendo pela cara de perdedor nato, o rosto vermelho. — Segurança, retirem esse lixo biológico da minha sala imediatamente. Se ele espernear ou abrir a boca de novo, quebrem os dentes dele e joguem no meio-fio lá embaixo. — Falei, virando as costas para ele e voltando a olhar para a vista da janela, completamente entediado com a existência dele. Os dois armários de terno preto do meu corpo de segurança entraram na sala em menos de três segundos. Agarraram o Roberto pelos braços com truculência e arrastaram o verme para fora, enquanto os sapatos dele derrapavam no mármo

