117- RENATA

963 Words

CAPÍTULO 117 RENATA NARRANDO: Eu não sei em que momento exatamente adormeci. Lembro apenas da sensação quente da pele dele colada na minha, o coração batendo forte, e a mente um turbilhão entre o certo e o errado. Em algum instante, o cansaço me venceu, e eu simplesmente apaguei, respirando ao ritmo dele, como se aquele peito fosse um travesseiro proibido mas confortável demais para resistir. O barulho suave da respiração dele me embalou, e a última coisa que ouvi antes de cair no sono de vez foi o som constante da noite lá fora misturado ao peso do meu próprio desejo. — Mamãe... — uma vozinha me chamou baixinho. — Acorda... Abri os olhos devagar, confusa, sentindo o calor do corpo do Vulcão ao meu lado. Meu coração quase parou quando percebi que a voz não vinha de um sonho. Ela estav

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