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A obsessão dos trigêmeos mafiosos

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Blurb

Os trigêmeos Salvatore, Ettore e Fillipo, são temidos e respeitados na máfia italiana, mas quando Fillipo o assassino frio e implacável é obrigado por seu pai a casar com a filha do Don rival de sua família, ele fica furioso, jurando nunca olhar para sua noiva. Cecília, sempre viveu presa, seu pai a odiava, sua irmã a torturava dia e noite, ela estava acostumada com seu destino horrível naquela família, mas quando é dada como noiva de um dos Trentino, agora tem total certeza que seu destino será selado, e com a morte, Salvatore o Don da família Trentino, tem a fama de matar primeiro e perguntar depois, Ettore frio, conhecido como o carniceiro e Fillipo seu noivo, conhecido como assassino, o animal selvagem, sabia que esse contrato seria seu fim. Só não esperava que por uma confusão, os três a tomariam para si ao mesmo tempo.

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— Boa menina… assim. Assim que a gente gosta.

Ela vira o rosto, respira fundo, a voz presa entre prazer, medo e rendição:

— O que vocês vão fazer comigo…?

Ettore, Fillipo e Salvatore respondem juntos, em uníssono, como promessa, como ordem, como destino:

— Tudo.

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CAPÍTULO 1
FELLIPO TRENTINO — Anda logo, Fillipo, está a quase duas horas aqui. — Ettore resmunga com sua paciência inexistente de sempre. Ando pela floricultura, olhando cada flor, preciso escolher a mais bonita, para minha noiva. — Cala a boca, veio por que quis, vou presentear minha noivinha. — falo rindo. — Vai mandar flores para filha do Grasso? — Agora é Salvatore quem me olha confuso. — Vou, com uma surpresinha, minha noiva vai saber o que significa para mim. — O que vai aprontar, Fillipo? Solto uma risada e escolho o buquê mais caro, meus irmãos me olham confusos. Meu casamento com a filha mais nova do Grasso, é um contrato tão indesejado que fico furioso só de lembrar, anos de guerra entre as famílias e agora nosso país decidem selar a guerra com um casamento entre mim e a filha bastarda dele. Uma mulher que nunca vi, ninguém nunca viu a filha bastarda de Francesco Grasso, ela era fruto de uma traição, e traição no nosso mundo é um ato imperdoável, ainda mais com o que acarretou a esposa se suicidou e ele nunca mais teve o prestígio de antes, ainda tem poder, mas não como antes, e agora vou me casar com a bastarda renegada, que ninguém nunca viu. Não aceito, vou ficar esse ano casado, era o tempo do acordo, um ano, um filho para família Trentino e assim poderemos selar a paz, continuar acordos suspensos. E encerrar o banho de sangue entre as famílias. Eu aceitei claro, fui obrigado a isso, mas nunca vou aceitar uma Grasso. Seguimos até nossos carros, entro no carro, Ettore assume o volante e Salvatore senta no banco do passageiro, eu atrás, e nossos soldados ao nosso redor. — O que vai fazer, Fillipo? Não começa com a palhaçada, honre o acordo. Salvatore fala como nosso pai, ele é o novo Don da família trentino, meu pai passou o cargo para ele a pouco tempo, e ele estava levando a sério isso. — Devia ser você a casar com ela, não eu. — Eu não. Nunca com uma Grasso. — ele fala rindo — Você é o alvo certo, fala demais, não liga pra nada e vai aguentar a bastarda feia sozinho. Ettore ri, aquele demônio era mais sério que Salvatore, mas adora tirar saro de mim. — Vocês são uns babacas. — Só casa com a garota e tudo será concluído da forma que queremos. — Salvatore diz — É o que vou fazer, Parem de me encher, vão ir na minha noite de núpcias também. — Sai fora, se ela for tão feia quanto a outra filha Grasso, nem me pagando. — Ettore diz. — E eu que vou ter que f***r a bastarda feia sozinho, na hora que eu pego umas gostosas aí vocês querem vir junto. Falo irritado, não é surpresa para ninguém que os trigêmeos Trentino costumam dividir as mulheres, é estranho, é m*l visto por todos? Sim, é. Mas que se f**a, eu e meus irmãos já somos acostumados com isso, e pouco nos fodemos com os outros, ninguém é capaz de dizer nada para nós. Mas com a filha do Grasso, nenhum deles quer é eu que me ferre sozinho com ela. Quando chegamos em casa, na verdade em nosso castelo, sim, os Trentino moram em um castelo, somos os reis da Roma e todos sabem, e reis moram em castelos, nosso pai está no hall de entrada. — Onde estavam? — ele indaga. — O Romeu aqui, foi comprar flores para noiva. — Salvatore diz, tocando meu ombro. — Que bom que está aceitando seu noivado. Ele diz, mas m*l sabe o que estou planejando, a surpresinha para a noiva. — Fazer o que né? Vou até o bar e me sirvo de uísque, coloco para os bancas dos meus irmãos. — Vai casar com ela em dois dias, não quero gracinhas Fillipo, vamos seguir o plano a risca. — Eu sei. Tomo um gole do uísque, eu casado, que merda, está aí algo que nunca queria fazer. — Temos um problema, algumas armas estavam sumindo do galpão, eram uma ou outra, que tiravam escondido, só conseguimos ver o prejuízo, hoje que fizemos o balanço de tudo, já deviam estar fazendo isso a um bom tempo, pois o prejuízo alto. — Quem fez isso? E porque não me esperou para fazer o balanço, me nomeou Don e ainda toma as decisões que são minhas. — Salvatore questiona nosso pai. — Você ainda está em treinamento, e esse balanço já era pra eu ter feito antes de te nomear. — Quem fez isso, pai? — Ettore pergunta. — Tudo aponta para Giulio, preciso que interrogue ele, antes que ele saiba que já fizemos o balanço. — ele fala olhando para mim. — Ok, farei isso. Respondo me leva tanto, já acionou nossos soldados de confiança. — Farei isso agora mesmo. — Vamos com você. — Salvatore diz. — Você é a p***a do Don agora, Salvatore, não pode se pôr em risco assim. — Ainda somos uma equipe, e ainda não sou o Don de verdade, já que o pai toma as decisões por mim. — ele diz com sarcasmo. — Você terá muitas decisões a tomar, não se sinta ofendido, só por causa desta decisão que tomei. Salvatore não reaponde, mas revira os olhos, eu organizo tudo com os soldados, eles descobrem o de Giulio está e seguimos até lá. Ele estava em um recital da filha dele, assim que entramos no ambiente, o local se silenciou, isso era constante por onde vamos, olho direto para Giulio, ele fica pálido. Faço um sinal pra ele vir, sem escândalo, ou seria pior, apesar de ter muitas crianças, não me importo de levar ele a força. Giulio se levanta, vem até nós, a mulher dele começa a chorar, a filha no palco olha co fusa, não me comovo, afinal, eu não sou conhecido como o animal sanguinário, por me comover tão fácil. Saímos do recinto e seguimos até meu carro, assim que chego perto, seguro sua cabeça e bato seu rosto na porta do carro. — Roubando dos Trentino, filho da p**a. — Eu... eu sinto muito. — Vai sentir mesmo, seu merda. Peguei Giulio pelo colarinho e o empurrei para dentro do carro como se ele fosse um objeto quebrado. O recital ainda ecoava nas paredes da sala enquanto os soldados fechavam as portas atrás de nós; ninguém ousou protestar. O ar estava pesado, cheirando a perfume barato e a medo. — Você vai explicar tudo — disse eu, a voz baixa como uma lâmina. — Cada centavo, cada remessa. Onde estava guardando, com quem falou, quem te ajudou. Ele não falou. Tremia, os olhos arregalados, a boca seca. A máscara de homem comum tinha se esfacelado em segundos; sob a pele, um animal faminto por perdão. Foi aí que apreciei a vantagem de controlar a cena, a incerteza. Nada mata mais que a dúvida de quanto vai doer. Lançei-o numa sala pequena do castelo. Uma lâmpada pendurada no teto estalava, projetando sombras duras. Três dos meus homens ficaram na porta; outro ficou perto, encarando, como se guardasse a paciência. Eu me aproximei devagar, andei ao redor dele como um predador avaliando o terreno. — Você achou que podia roubar dos Trentino e continuar sorrindo pra mulher e filho? — minha voz era calma, mas carregada. — Você acha que existe perdão pra isso? Giulio soluçava. As mãos à frente, inúteis. Cada resposta atrasada alimentava a minha raiva, e eu deixei que ele percebesse isso: a minha paciência acabando, cada silêncio um passo mais perto do abismo. Ordenei que o colocassem de joelhos. Não soltei as mãos do seu cabelo — não para feri-lo gravemente, mas para lembrá-lo do controle que tínhamos. Bati no ombro dele com a lateral da mão; se houve dor, era o suficiente para mostrar que eu não toleraria traição. Não disse nada ainda sobre sangue ou mutilação. Não precisei. Havia na sala olhares que falavam por mim, homens que já tinham visto o que acontece com quem quebra um código. Comecei a interrogar. Não com pressa, mas com precisão. Cada pergunta era uma faca: curta, direta, sem margem para mentiras. Quando ele tentou enrolar, puxei pela memória dele, festas, datas, homens que entravam no galpão de madrugada. Detalhes pequenos que só alguém envolvido poderia saber. Aos poucos as respostas vieram, sussurros, depois frases curtas, depois nomes. Quando um nome caiu, fui implacável, mandei buscar provas, mandei dois homens vasculhar a casa dele, pegar celulares, locações. Não se tratava só de punir um empregado,era uma mensagem clara para qualquer outro que pensasse em desviar algo dos Trentino. Eu não precisava transformar aquilo num espetáculo sangrento, o que eu queria era restaurar medo, respeito e ordem. No fim, Giulio estava quebrado, não por desmembramento, mas pela humilhação de ter perdido tudo, o respeito da mulher, o emprego, a dignidade. Deixei-o na sala, a respiração curta, a voz irreconhecível. Antes de sair, me aproximei e soprei uma frase. — Se o próximo nome que você disser for mentira, eu volto. E da próxima vez, não será o seu trabalho que vai acabar. Saímos do recinto sem alarde. Do lado de fora, Ettore e Salvatore nos esperavam com os rostos fechados. O castelo continuava seu ritual de poder, e a notícia daquela noite correria como pólvora. Eu queria que corresse. Paz selada entre famílias era uma palavra bonita, mas paz comprada sem sangue verdadeiro não vale nada. E se alguém ousasse repetir, eu mostraria até onde um Trentino vai para proteger o que é seu.

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