ETTORE TRENTINO Ela engole seco. Mas não responde. E isso faz Fillipo sorrir de um jeito torto, perigoso. — Ela tá tentando pensar.— ele murmura, aproximando os lábios do ouvido dela. — Tentando entender onde se meteu. Ele passa a boca pela orelha dela, tão devagar que ela estremece inteira, arqueando sem querer, c*****o, eu quase gemo junto. — Não tenta entender nada, princesa — Salvatore diz, segurando o rosto dela entre as mãos. — Só sente. Ele aperta um pouco mais. Ela arregala os olhos, o peito subindo rápido demais, o ar saindo quente da boca. Eu subo devagar pela cama, ficando entre suas pernas ainda abertas, mas sem encostar onde eu quero tocar mais,eu beijo a parte interna da coxa dela, lenta, compassadamente, marcando com a boca, arranhando com os dentes, subindo devaga

