Era horrível o jeito que ele me ofendia e me tratava, era como se eu não tivesse nenhum valor para ele. Por mais que eu tenha ciência que nossa relação é regida apenas por contrato, que ele — Calma, não tem sentimento, apenas desejo, me machuca ver ele me humilhando em publico e eu seria uma i****a se abrisse as pernas para ele, por isso insistir até ele me libertar. Apenas quando entrei em casa conseguir desabar, estava sofrendo, essa era a verdade e no meio disso eu tinha saudade da Geovana, do abraço dela, das nossas conversas que eram impedidas por ele, pelo Jeferson. Não notei a presença da minha mãe na sala quando me joguei no chão em posição fetal abraçando as minhas próprias pernas. — Meu amor, o que foi? — ela questionou me puxando para seu colo. — Uma hora ele diz que eu sou

