Eu estava sem forças, mas ter meus filhos nos meus braços me deixou tranquila, eles eram tudo o que eu queria, queria ter certeza de ficariam vivo e fiquei ainda mais feliz de ver o Jeferson, essa foi a minha ultima visão antes de perder totalmente as minhas forças e cair em um sono profundo. Acreditando que não voltaria mais a vida, acreditando que não teria mais salvação, mas eu despertei do pesadelo, nervosa, a luz branca, o cheiro de éter, as memorias na minha mente. Tentei me levantar apresada, toquei minha barriga procurando pelas crianças, uma lagrima molhou meu rosto e a presença da minha mãe me parou. — Liana, fica calma… — Mãe, o que aconteceu comigo, cadê os meus filhos? O Jeferson? Eu alucinei? Vi ele aqui na minha frente, mas… — Não alucinou, ele ta aqui. Ele não saiu do

