última vez

1455 Words
NARA Quando entramos no dormitório, aproximou-se de mim por trás e abaixou o zíper do vestido. Era vermelho, com um padrão. Encaixava-se perfeitamente nas curvas do meu corpo, como se soubesse as minhas medidas de cor. Este caiu no chão aos meus pés. Tirou imediatamente meu sutiã sem alças e deixou-o cair no chão. Colou os lábios no meu ombro e beijou-o com suavidade. O pelo de seu queixo aplicava a fricção certa que tanto tinha sentido falta. Foi se deslocando lentamente até minha clavícula. Eu queria muito que ele me desse uma dentada. Sua língua lambeu a pele que recobria o osso. Então me beliscou com os dentes, dando-me uma mordida como quando estávamos juntos na cama. Não pude evitar. Gemi. Cobriu-me a cintura com as mãos e depois foi subindo pelo meu estômago. Cobriu meus s***s com suas mãos, massageando-os com agressividade. Sua boca posou na minha orelha e escutei sua respiração amplificada. ― Nara. Meus m*****s se endureceram e o senti beliscá-los suavemente. Arqueei as costas contra o seu peito, reagindo imediatamente ao seu agressivo contato. Eu disse que não dormiria com ele naquela noite, mas minha determinação estava se dissipando rapidamente. Uma de suas mãos continuou sobre meus p****s enquanto a outra desceu por meu estômago. Lentamente, seus dedos acariciaram meu umbigo e depois se introduziram sob a renda da minha calcinha. Com suavidade, foram aproximando-se de meu c******s palpitante e se pressionaram contra ele. Voltei a arquear as costas. ― Isto é meu. Você me entende? Seus lábios se moveram contra minha orelha e sua respiração me deixou pegando fogo. ― Ken… Rendi-me diante de seu controle, pronunciando seu nome quando não deveria fazê-lo. Sentia muita falta daquilo. Mais falta do que queria reconhecer. Ele se apoderava do controle da situação, tomando as decisões por nós dois. A única coisa que eu tinha que fazer era desfrutar daquilo. ― Você sentiu tanto a minha falta como eu da sua. ― Sim… Tirou os dedos de dentro da minha calcinha e depois a puxou pelas minhas coxas. Quando eu estava nua, ele se despiu também. Por mais que desejasse fazer aquilo, sabia que não podia. ― Eu disse que não. Ele virou-me até estarmos cara a cara. Atraiu-me tão perto dele que nossos p****s se tocavam sempre que respirávamos. ― Seu corpo e sua mente estão em luta entre si. E eu já sei qual vai ganhar. Me levantou do chão e me depositou sobre a cama debaixo dele. Colocou as mãos em ambos os lados da minha cabeça e separou as minhas coxas com as suas. ― Você já me beijou, me tocou. Que diferença faz? Entrelaçou seus dedos com os meus e imobilizou minhas mãos contra o colchão. Ele abaixou a cabeça até roçar meu nariz com a dele. Sentia sua calma respiração no rosto, e a maneira como me agarrava deixava ver sua fome por mim. Era um caçador e eu sua presa. Contemplou meus lábios vários segundos antes de me beijar. Era um contato mais doce do que aquele que tínhamos compartilhado antes. Concentrou-se na textura dos meus lábios, dando-me beijos lentos que eram ao mesmo tempo delicados e apaixonados. Meus lábios se moveram imediatamente contra os seus como se tivessem vida própria. Senti o sabor do vinho amargo e senti o meu corpo ficar tenso debaixo dele. Entrelacei os tornozelos em volta de sua cintura e desejei uma noite de paixão desenfreada. O momento me lembrou de todas as nossas noites juntos, fazendo amor na frente da lareira. Ele separou os lábios dos meus, até ficar um par de centímetros entre nós. Quase me escapou um gemido porque sua perda era dolorosa. ― Sinto falta de ouvir você gozar. Seu olhar intenso encontrou o meu, desesperado e poderoso ao mesmo tempo. Minha b****a começou a palpitar imediatamente. Há muito tempo ele não me penetrava e eu ansiava por aquela sensação. Desejava recuperar a conexão que uma vez compartilhamos. Sentia falta dele, mais do que reconheceria. Deu-me outro beijo nos lábios antes de descer lentamente pelo meu corpo. Beijou-me os s***s e o estômago. Suas grandes mãos me abriram as pernas para dar passagem a sua boca. Passou a língua pelos quadris e depois me beijou o interior das coxas. Oh, meu Deus. Devia ter interrompido aquilo, mas não o fiz. Em vez disso, agarrei-me aos lençóis debaixo de mim e preparei-me para sentir a sua boca quente contra a minha pele. Olhou-me nos olhos enquanto me dava beijos cada vez mais perto do meu sexo, brincando comigo. Finalmente, pôs os lábios contra as minhas dobras, dando-me um beijo abrasador. ― Oh, meu Deus. Arquei minhas costas e enterrei meus dedos no colchão. O êxtase percorreu meu corpo instantaneamente, fazendo com que os meus dedos dos pés se contraíssem e os meus m*****s endurecessem. Sem pensar em nada, abri mais as pernas para receber melhor aquela experiente boca. Ele me beijou novamente, e desta vez moveu a língua em círculos ao redor do meu c******s. Ele usou uma pressão firme para me trazer de volta à vida. Beijou e sugou a área, dando-me a deliciosa m*********o que tanto sentia falta. Voltou a sugar meu c******s antes de segurar minhas mãos contra os lençóis e entrelaçar nossos dedos. Ele me segurou para que eu não pudesse me mover. ― Quer que eu pare? Sentia a cabeça leve e não era capaz de pensar em nada mais que aquela cálida boca contra minha virilha. ― Não. Ninguém podia jogar isso na minha cara. Tinha um homem lindíssimo entre as pernas que dava a impressão de desfrutar ainda mais que eu. Era a fantasia perfeita. ― Não. Continuou a mover a boca entre as minhas pernas, beijando-me com mais força do que antes. Fazia magia com a língua e me surpreendi contorcendo-me e gemendo para o homem que me tinha partido o coração. Mexeu a língua em círculos no meu c******s, pressionando-me mais, tocando-me no ponto certo para me fazer gozar. ― Deus, bem aí. Torci minhas mãos sob as dele, mas não consegui movê-las. Meus quadris se moveram imediatamente para cima, sentindo o empurrão como um trem de carga. Era poderoso e cegador. Dava-me tanto prazer que não podia acreditar que tivesse esquecido como era maravilhoso. ― Ken… Nem sequer me dei conta de que estava pronunciando seu nome até que não houvesse remédio. Voltava a ser a escrava daquele homem. Seus beijos se tornaram mais doces enquanto passava meu orgasmo. Lentamente, comecei a relaxar. Os meus quadris desceram e parei de apertar os dedos contra os dele. Minha respiração voltou ao normal, mas meus m*****s continuavam eretos e meu peito estava ensopado em suor. Ken subiu beijando meu corpo até que ficarmos cara a cara. Meus fluidos cobriam seus lábios. Ver minha umidade brilhando em sua boca fez que minhas pernas apertassem automaticamente seus quadris. Deslizei as mãos por seu peito, sentindo as estrias dos músculos. Desejava afundar minhas garras nele e não o soltar nunca mais. Imediatamente, o meu corpo permitiu-lhe possuir-me. O meu coração era feito de aço e nunca mais o deixaria entrar, mas o resto do meu corpo prostrou-se diante dele. ― Eu te desejo. Ele grudou seu corpo ao meu, com a grossa ereção pressionando contra minhas tenras dobras. Esfregou-se lentamente contra mim com seu pênis palpitante e ansioso por estar dentro de mim, pingando fluido pré-seminal sobre o meu já ensopado sexo. Precisei de toda minha força para combater os poderosos desejos do meu corpo. Já tinha feito muitas coisas com Ken das quais me arrependia. O dano estava feito. Mas dormir com ele só pioraria as coisas. Eu deveria ser forte. ― Amanhã. Ele rosnou no meu rosto, com os olhos reluzentes de desafio. Eu repeti novamente: ― Amanhã. Ele finalmente se afastou e se deitou na cama ao meu lado. Sua ereção continuava pressionada contra seu estômago, inchada e pronta para entrar em mim se mudasse de opinião. Não sabia se podia passar a noite ao lado dele sem pôr as mãos nele. Ele teria que vestir alguma roupa se quisesse que eu ficasse. Apagou a lâmpada da mesa de cabeceira e o quarto escureceu. Depois me abraçou e me apertou contra seu peito. Passou uma das minhas pernas ao redor de sua cintura e apoiou a testa contra a minha. Meu braço cercou seu pescoço por vontade própria e eu fechei os olhos. Podia sentir seu olhar sobre mim, a queimadura de seus olhos fixos em meu rosto. Não o olhei porque não confiava tanto em mim mesma para encará-lo. Se me inclinasse muito para ele, cairia de cabeça no abismo conhecido como Ken Mastsumato. Sua voz profunda chegou a meus ouvidos. ― Boa noite. ― Boa noite, Ken.
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