Júlia estava em seu quarto, tentando se concentrar em seus estudos, mas sua mente insistia em voltar para Blacke. O jeito como ele a olhava. A forma como parecia lutar contra algo dentro dele. Ela sabia que havia um lado ferido naquele homem arrogante, mas também sabia que Blacke podia ser c***l. E ela não permitiria que alguém destruísse sua paz. Então ouviu uma batida na porta. Antes que pudesse responder, Blacke apareceu. Júlia levantou os olhos, surpresa. — Você tem o costume de entrar no quarto das pessoas sem permissão? Ele fechou a porta atrás de si. — Você tem o costume de fugir de mim. Ela cruzou os braços. — Talvez eu só esteja cansada de tentar entender alguém que não quer ser entendido. A frase fez o rosto dele endurecer. Blacke se aproximou devagar. Ele ainda ti

