Capítulo 22

1601 Words
Ela está sentada no banco atrás do carro de luxo, cercado por seguranças que se tornaram uma sombra desde o início do caos. Nossos rostos sérios e vigilantes refletem a gravidade da situação enquanto seguimos outro veículo, que Marcos está, agora sob custódia. Embora ela deva estar focada no evento importante do qual deveria participar, mas sua mente está completamente absorvida por Marcos. Não me importo mais do que qualquer coisa agora que você está bem de vida, em sua segurança. No final, ele encontra tudo para mim, confrontando Theo de uma forma que ele nunca imaginou. Sei que Theo merece o que recebeu, afinal, o que disse. Mas agora, enquanto nos dirigimos para o esquadrão onde Marcos está preso, sinto que não estou no estômago, não quero vê-lo de volta às séries, não quero que ele pague por suas ações, por me defender de alguém tão desprezível como Theo. Enquanto o carro desliza pelas ruas, meu coração bate forte e fico ansioso com o que encontraremos quando chegarmos lá. Como está Marcos? Ou o que acontecerá conosco agora? Estas são as perguntas sem resposta que me surpreendem à medida que nos aproximamos do nosso destino. Meu pensamento é quando meu telefone toca, está tocando no mesmo horário desde que saímos do hotel onde aconteceria o evento, sei que são sempre as mesmas pessoas, meu representante. Eu olho para o tecido, provando que ele está ali e quando percebo que não está. Meu corpo está em alerta. — Pai! Eu respiro, sabendo o que está para acontecer, você deve estar furioso, seu prestígio foi manchado mais uma vez por seu arquivo desestabilizado. Ele vai me matar um dia hoje em dia, tenho certeza. — Atendo. - Ele sussurra, é só fumaça oleosa. —Qual foi o seu problema agora, Samantha? - guincha, deixando-me surda, amarro a guarda costeira que olham ao meu lado, enquanto os gritos do meu país são altos e claros. — Ou o que te fez dar. - Esclarecer. — Não foi ele, foi eu. —Marcos quebrou a cara de Theo sem motivo. — Tento justificar o fato de que proporciona os melhores orgasmos do mundo. — Preciso que você se apresse. - Deixe uma risada vir sem humor. —Você vai me pedir um favor? - perguntei, incrédulo. — Você sabe que não tenho favores da graça. — Fez seus olhos e ficou pronto para mandá-los para o inferno. — Eu sou sua filha. — Refute com dor. — Quando acontece, quando não acontece, é uma pessoa caprichosa e mimada que anda pelo mundo. — Eu sorri tristemente. — Bom, não posso te culpar pelas minhas deficiências, você não me criou, deveria ter contratado babás melhores. — Eu cuspo com raiva, esquecendo que preciso dele para tirar o Marco da prisão. — E então você espera que eu te ajude? — Permaneço em silêncio. Discutir com ele é um caso perdido. — Hum, Fale? — eu interrompo. — Você prometeu que eu não perguntaria, e foi o que você disse. – Riu para mim. — É o preço do seu amado, você o ama? Se sim, você fará qualquer coisa por ele. — Eu, mesmo que não o ame, acho. — Responda, Samantha, preciso arranjar os advogados. — Sinto que posso me ver. — Você terá uma rede, Alberto, — o incômodo silêncio entre vocês dois e ouvido. — Esqueça que tem uma filha, você não mais lhe chamará "pai". Encerro a conversa, esperando que você cumpra sua palavra e que esta última não seja tomada como dinheiro de guerra. À medida que o carro avança pelas ruas, minha mente se funde em um mar de pensamentos tumultuados. A oferta do meu pai toca as nossas memórias, uma proposta aparentemente simples, mas carregada de implicações profundas. É justo dar uma rede em troca da liberdade de Marcos? É ético submeter-me a tal transação, sacrificando minha autonomia e meus desejos em prol dos interesses familiares? Por outro lado, Marcos também estabeleceu as condições para o nosso casamento: filhos. É uma exigência comum em qualquer união, mas neste caso é como uma obrigação imposta e não um desejo genuíno. Eu me pergunto se alguém parou para pensar no que eu realmente quero. Minha voz, meus desejos, têm algum valor na turbulência das manipulações e expectativas de outras pessoas. Tenho consciência da imagem que projetei durante anos: uma mulher frívola e caprichosa, encobrindo uma fachada de superficialidade para esconder o vazio que sinto dentro de mim. Mas por trás dessa máscara está uma pessoa com seus próprios sonhos, desejos e vontades. O que para ouvir a minha voz, para reconfirmar os meus desejos mais profundos? —Senhorita, estamos aqui. — Olho para dois homens que cuidam de mim. Assento, olhar para fora e o site, por mais impecável que pareça, não é o que me agrada. - Você pode me contar uma coisa? — Olho para os olhos verdes dele. — É uma perda de tempo entrar, se você não encontrou um defensor. Ele não poderá fazer nada, não deixará você ver Marcos. —Eu dou de ombros. — Sr. Capelle é meu novo amigo e não estou interessado em esperar por outra sentença até que ele seja solto, você. À medida que envelheço, os guardas costeiros vão olhar uns para os outros, sentindo-se resignados nos seus gestos. Eles sabem que qualquer tentativa de discutir comigo seria inútil; no final, nunca fui do tipo que cede a pressões externas. Eles entendem que são, como são, e apenas fazem o que veem: um abre a porta do veículo, enquanto o outro está estrategicamente ao meu lado, pronto para atuar como escudo humano, se necessário. Respirei e fiz meus olhos por um instante, reunindo toda minha determinação e coragem. Quando reabrirmos, estarei pronto para enfrentar o que preciso para Marcos. Tome a decisão de apoiá-lo, apoie-o em cada passo do caminho, não importa quais sacrifícios estejam envolvidos. Espero fervorosamente que minha escola não me leve a lamentar o futuro. Que Marcos consiga reconstituir e valorizar os sacrifícios que está disposto a fazer por ele. Não procuro gratificação ou recompensa, mas espero que nos momentos difíceis que enfrentaremos juntos, ele esteja lá para me sustentar, para me apoiar como faz por ele. (...) A noite cai sobre mim como um manto escuro e pesado, mas não saio da minha posição. Permaneceu sentado em silêncio, num canto da delegacia , enquanto o ritmo passava errante, impregnado de amargura e ressentimento. Meu pai apareceu, como esperado. No entanto, não disse uma palavra. Para que? Ele mantém o fim do acordo e eu faço o meu, e isso é tudo o que importa agora. Não há espaço para realização, nem mesmo para afeto. Nosso relacionamento se reduz a meras formalidades, trocas de favores e conveniências mútuas. É apenas o tratamento que nos demos durante anos, frio e distante. Quando a tenda se aproximou de mim, seu gesto foi vazio. Eu ignorei deliberadamente, porque não estou interessado nisso ou no que tenho medo de dizer. Ele escolheu o seu caminho, e eu o meu. Não há como voltar atrás nesta batalha de divergências. O advogado de Alberto garantiu-lhe que ele estaria na prisão mediante pagamento de fiança. Uma coisa ridícula, duzentos e cinquenta mil dólares, que a gente vê direto do bolso do meu pai. Tudo porque Alberto é meu pai e é herdeiro de uma fortuna imensa, ainda maior na Europa. Eu sei que quando Marcos descobrir sobre o dinheiro que foi desembolsado para sua liberdade, ele reagirá com indignação. Não tem gosto de nada, não parece dividido com nada. Mas é algo que não podemos evitar, uma consequência inevitável das decisões que tomamos e das circunstâncias em que nos encontramos. — Senhorita, seu pai já nos contatou umas dez vezes. — Ou o mesmo homem que me aconselhou a não ficar, ele me disse novamente. — Ele diz para ir para o apartamento ou para a casa dele, mas pare de fazer alguma coisa. — Este último sussurra-o quase inaudível, e até envergonhada. - Com licença. — Peço desculpas com vergonha por outros dois. — Não se preocupe, não peça desculpas por algo que você não fez ou fez. - Uma caminhada cênica. —Ele vai voltar, se ele não sair. — Alerta sobre uma ameaça enviada por Alberto. — Ou o que você vai fazer? Saia daqui? — solta uma risada. — Quero ver como ele é, o empresário impecável, manchando ainda mais o apelido. — Alberto não é um dos seus desejos, ele está aqui. — Ele já tem muito com a filha caprichosa, assim que colocou mais mercadoria no sobrenome. —O rosto do homem na testa empalidece. Eu vejo os olhos. — Vamos, ele está atrás de mim? — aceno de Cabeça, sem me mexer. Virei a cabeça por cima do ombro para colidir com o cheiro de casa que me dá fortuna e “amor” à sua maneira. Mais uma vez eu o fiz de louco. Isso me deixa tão triste que ele seja tão corajoso comigo, veja bem, ele não faz o mínimo do que faz, ele pode morrer e não vai sofrer. Deus! Ou Alberto vai me fazer odiá-lo. -Você comeu? - ignore as poucas palavras. - Samantha, responda. — recuso, ao olhar de trás para frente. — Você não pode ficar comigo a vida toda, por algo lógico num casamento. - sentou ao meu lado. -Para. — Rosna dois homens que vão me salvar o dia de tudo. — Você pretende ter um casamento falso? — Pensei nisso enquanto estava noiva do Theo, concordei mentalmente.
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