Igor Santini Ver os meus pais aqui, dentro da minha casa, finalmente podendo conhecer a Aurora, deixa tudo em mim mais leve de um jeito que eu não sabia que precisava. É como se uma parte da minha vida que sempre esteve faltando começasse, enfim, a se encaixar. Não é sobre ajuda, embora eu saiba que eles ajudariam em absolutamente qualquer coisa que eu precisasse. Esse momento não é prático. Ele é emocional. É sobre laço. Sobre pertencimento. Sobre a Aurora entender, desde cedo, que ela não está sozinha no mundo. Ela precisa saber que tem família. Que tem pessoas que querem conhecê-la, cuidar dela, se encantar com cada detalhe seu. Que existem outros canais de amor além de mim e da Nancy. E isso, pra uma criança, é essencial. Isso constrói segurança. Isso constrói raiz. Só de pensar n

