Nancy Keller Eu juro que continuo de boa aberta aqui olhando para a Geyse. Ela faz um suspense enorme e eu fico tentando entender como que ela e o primo do Igor tiveram brecha para saírem e mais ainda, de irem para a cama. Ela começa a andar pelo quarto, eufórica. — Foi assim... eu saí para um bar dias atrás. Coisa minha e de umas colegas do restaurante. Beber... comer alguma besteirinha, dançar... essas coisas. E do nada... ele estava lá! — Ela conta. — Ele estava me olhando... me secando sem parar e fui falar com ele. E ali, ele ficou me perseguindo... — Geyse! — Falo chocada. — O que foi? — Ela me olha rindo, nervosa. — Ele que foi atrás de mim na pista de dança... e depois já era! Ele é gato... sabia que ele é um gato? E um gostoso? — Ela suspira. — E nossa... é tão bom de cama

