Geyse concorda na mesma hora: — Aquela mulher é uma bruxa! Onde já se viu te culpar por isso? Se ela continuar... não respondo por mim. — Geyse! — Minha mãe a repreende. — Não é assim... ela está errada, mas é uma mãe com medo do filho morrer. Não dá pra debater com isso. — Eu engulo sem eco. — Nancy, minha filha... Eu balanço a cabeça. — Não… eu vou ficar aqui… é daqui que os médicos saem… Eu não posso sair daqui. Eu preciso ver aquela porta, preciso estar pronta. Minha mãe aperta minha mão e chega mais perto ainda. — Minha filha… eu sei que isso está sendo horrível… eu sei o quanto você ama o Igor… mas você precisa tentar pensar antes de sentir… você está grávida… Eu fecho os olhos. — Mãe… não é fácil… Minha voz quebra. — Eu vi ele… eu fui ver ele na UTI… ele estava tão machu

