Nancy Santini Eu acordo nessa manhã me sentindo… um pouco melhor. Não bem, mas melhor. É como se o meu corpo tivesse descansado, mas a minha mente não. Existe um peso em mim que não some, uma pressão constante no peit0 que me lembra, a cada segundo, do que está acontecendo e do que pode acontecer. E, antes mesmo de abrir completamente os olhos, o primeiro pensamento vem. Igor. É automático. É como se o meu coração chamasse por ele antes mesmo de eu conseguir raciocinar. Eu sinto falta dele de um jeito que é físico. Falta do corpo dele ao meu lado, da respiração quente perto do meu pescoço, do jeito que ele sempre me puxa para mais perto pela manhã. Dos beijos e das risadas que sempre iniciam a nossa manhã. Do nosso ritual de acordar juntos, de ir tomar banho juntos, de começar o di

