Ele seca mais uma lágrima que escapa. — Eu amo tudo em você. Meu peit0 se enche de um calor diferente agora. — E ver você chorando… — Ele suspira. — Me destrói por dentro. Meu coração aperta de um jeito bom dessa vez. — Então por favor… não chora mais. Eu respiro fundo algumas vezes até conseguir me recompor. Então levanto a mão e seco as últimas lágrimas. — Obrigada… — Murmuro. Ele observa meu rosto com atenção. — Pelo quê? — Pelas palavras… — Digo baixinho. — E por ter me defendido... e-eu imagino que não foi fácil... são os seus pais. Os olhos dele suavizam. — Eu só fiz o que precisava fazer. Ele encosta a testa na minha novamente. — Quando duas pessoas estão juntas… elas defendem uma à outra. — Ele segura minha mão. — E eu faria isso dez vezes mais, se fosse preciso. Me

