Sangue e Promessas

1535 Words

O cheiro de pólvora ainda impregnava o ar, misturado com o odor metálico do sangue de Kauan. Isadora segurava seu corpo com força, pressionando as mãos contra o ferimento no abdômen, tentando conter o sangramento. Cada batida do coração dele contra o seu parecia mais fraca que a anterior. — Kauan… acorda! — ela implorou, a voz embargada. — Você não pode me deixar agora! Ele abriu os olhos lentamente, a visão turva, mas conseguiu reconhecer o rosto dela. Um sorriso fraco, dolorido, surgiu nos lábios dele. — Eu… sabia… que você ia me salvar… — murmurou, a respiração curta. Isadora sentiu as lágrimas escorrerem. — Eu nunca vou te perder. Nunca. — disse, beijando a testa dele, o rosto pressionado contra o dele. Cada toque era uma mistura de desespero e desejo, como se cada gesto pudesse ma

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