Chamas da Revanche

1408 Words

O dia amanheceu com um silêncio enganoso sobre a cidade. Por fora, tudo parecia normal, mas dentro do esconderijo de Kauan, a atmosfera era quente e carregada de adrenalina. Isadora observava-o sentado à mesa improvisada, os olhos escuros e concentrados em mapas e anotações, cada detalhe traçando a rota da vingança. — Ele vai pagar por cada gota de sangue que derramou — murmurou Kauan, a voz rouca, intensa, enquanto passava os dedos pelo cabelo dela quando ela se aproximou por trás, o corpo colado ao dele. Isadora sentiu o calor do corpo dele, mesmo sem toque direto, e um arrepio percorreu sua espinha. — Mas não podemos nos deixar consumir pelo ódio — disse, deslizando as mãos pelo ombro dele, sentindo a tensão muscular, o cheiro de pólvora e sangue ainda impregnado na pele. — Precisamos

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