Isadora olhou para a filha adormecida no berço, seu coração apertado. Cada batida lembrava-lhe o que estava em jogo: a vida da menina e a própria liberdade de agir contra Davi. Ela sabia que não podia falhar. Sua filha precisava estar segura. — Mãe… eu confio a você — disse Isadora, a voz firme mas carregada de emoção, entregando a menina nos braços da mãe. — Proteja-a, custe o que custar. Eu preciso fazer isso. A mãe, com os olhos marejados, assentiu sem palavras, sentindo a força da filha e o peso da responsabilidade. Isadora virou-se, o olhar fixo na estrada que a levaria até Davi, cada passo sendo decidido com frieza e determinação. Ela não era mais apenas a mulher apaixonada, ou a enfermeira que uma vez cuidava de feridos. Agora, era uma mulher disposta a enfrentar o inimigo diretam

