capitulo 2

1037 Words
Continuo a minha jornada pelas ruas da cidade inglesa, e vejo as pessoas se divertindo, sinto o cheiro das comidas, mas não, mais me atraí, afinal sou um homem amaldiçoado. Estou na parte nobre da cidade e me distraio, com inúmeras cores, lindo, diga-se de passagem, os seres humanos, tem talento, as casas de sua arquitetura são lindas, e me trazem paz, as ruas são movimentadas, muitas pessoas. Até que, sinto alguém trombar e mim e vejo uma jovem maltrapilha correndo, com minha carteira em suas mãos. Me bate uma adrenalina, não espera que na Inglaterra do ano 1690, tivessem batedores de carteira. Pelo meu instinto vampirístico eu persigo a jovem, ela é veloz, mas eu sou mais, embora eu tenha sido transformado em vampiro recentemente consigo, usar a minha velocidade para alcançar a jovem que para mim parece uma pobre mendiga. A perseguição dura alguns minutos pelas ruas lotadas e becos de Candem tom até que se encerra em um beco onde eu intercepto a jovem. Em um salto me colo a sua frente, e quando ela tenta dar meia volta para fugir com a minha carteira, em outro salto me coloco a sua frente de novo. — Não será fácil fugir. Olho para a jovem que veste roupas maltrapilhas, um vestido todo remendado, porém limpo. Sinto que ela pode ser a jovem que pode quebrar a maldição e não tenho nenhuma intenção de deixar ela partir. Pobre moça, se ela tivesse me pedido eu teria dado. Ficamos nessa perseguição gato e rato por algum tempo, até que ela se rende. — Aqui está sua carteira, eu me rendo, você é o primeiro ser que percebe a minha ação e me persegue. Seguramos a minha carteira por algum tempo e observo a delicadeza de suas mãos. Ela solta a carteira e tenta seguir o seu caminho, mas eu seguro o seu braço. — Ei me solta, já lhe devolvi a sua carteira. — Desculpe, mas não posso deixar você ir. — Como assim não? Vai me entregar para as autoridades, eu serei enforcada ou terei as minhas mãos cortadas. — Não, vou te deixar ir até que me conte o que ia fazer com o meu dinheiro. Sinto o alívio em sua respiração. E naquele beco ela me conta, que rouba dos demais, posse para ajudar os mais desafortunados. Linda atitude dessa menina, que não tem mais que vinte anos. — Muitos aqui passam fome e moram nas ruas e eu ajudo como eu posso. Em Inlandris por ser um mundo místico não há tantos desafortunados, as pessoas ajudam umas as outras, mas o fato é que não estou em Inlandris o mundo místico o qual deixei para quebrar a maldição. Penso em fazer uma proposta para essa jovem, mas ela pode achar que eu sou um louco varrido, mas não custa nada eu tentar. A princípio me apresento para a jovem: — Meu nome é Lystat Limount e sou um homem de muitas posses. — Meu nome é Catarine Corbyn. Catarine Corbyn um nome que chamou a minha atenção. — Catarine Corbyn eu sou a solução para os seus problemas. Ela me olha da cabeça aos pés, e me encara, como se estivesse analisando e tentando entender quais as verdadeiras intenções que eu tenho com ela. Observo em seu rosto uma das sobrancelhas levantadas e um sorriso de canto, o que a deixa atraente apesar de seu vestido azul todo remendado, e eu não tinha notado ainda a cor de seus cabelos tão dourados como as moedas que carrego comigo. Ela tem as feições delicadas e se fosse lapidada com roupas novas, seria o sonho de qualquer homem, inclusive do meu que sou daqui. Em silêncio ela tenta ir embora novamente, afinal já me devolveu a carteira. Eu salto em sua frente de novo, e a olho com imponência, e ela me devolve a mesma imponência em seu olhar. Acho até fofo ela tentando me enfrentar para seguir o seu caminho. Aliás, ela é uma jovem fofa. Não tenho ideia de quem ela seja, e ela nem imagina quem eu sou de verdade. Menina de tão fofa e linda, chega a ser tola, como ela poderá escapar de um ser amaldiçoado como eu? Eu sou rápido, e através do meu sonar posso localizar essa jovem onde quer que ela se esconde. Por um instinto vampirístico, eu senti seu cheiro e não vou aquietar enquanto ela não aceitar a minha proposta. Me descuido, por um momento e ela corre novamente. E lá vamos nós para a nossa perseguição de caçador e caça. Eu não pretendo fazer m*l a jovem, mas se ela se recusar eu terei que interceptá-la e levá-la para a casa que estou morando a força. Movido, mas pela determinação em ter essa jovem a meu lado, que pelo desespero, eu passo a perseguir ela pelas ruas de Candem tom novamente. O seu cheiro chega a minhas narinas com através do vento. Posso estar parecendo um i****a bobo perseguindo uma jovem que m*l conheço, mas eu sinto que é ela quem vai quebrar a maldição do vampiro em mim. A perseguição está divertida, eu deixo ela correr, ela acha que pode se esconder de mim, mas a verdade é que não pode. Sei que tenho doze meses para quebrar essa maldição, mas eu estou gostando, de dar a ilusão para essa jovem que ela pode escapar de mim. Vou deixar ela achar que conseguiu escapar de mim, deixarei ela se esconder, e quando ela pensar que está segura eu apareço na frente dela com a maior cara de menino maroto. Assim sigo o plano que nasceu em minha mente. Tenho um ano pela frente para conquistar o coração dessa jovem, e sou vampiro há apenas um dia, então eu posso apenas por hoje me dar ao luxo de brincar de pega-pega. Para tornar a perseguição mais interessante, eu paro de correr atrás dela apenas ando a passos normais enquanto ela corre rapidamente. Sorrio por dentro, ela não conseguirá fugir, pois sou um vampiro caçador e já gravei o seu cheiro em meu olfato. Vejo quando ela entra em uma viela estreita e some. A jovem de nome Catarine acha que pode escapar de mim.
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