Em nosso quarto, Catarine me confessa que se apaixonou por mim e eu a beijo, com intensidade, se ela quer a resposta para a pergunta que ela me fez, acredito que hoje ela terá a oportunidade de descobrir isso.
Estávamos perdidos no mais puro momento de cumplicidade, que eu não percebia que realmente, ali naquele quarto, alguém observava nos, mas eu, não consegui sentir a presença da pessoa mais débil, e malvada enquanto eu despia a Catarine.
Nos despíamos mutualmente, ali naquele quarto, e eu, que planejava de me tornar, vampiro, fazer tudo certo com uma mulher, me perdi no mais cálido desejo de amar aquela que se enamorou por mim.
Eu a beijava com cuidado, pois não quero que se fira com as minhas presas, não quero sentir o gosto da mulher que amo.
Catarine é espontânea e reclama comigo:
— Lystat para de ter medo de me ferir com as suas presas, se entregue, passe dos limites da paixão.
— Não tem medo que eu te feria meu amor? E que após nos amarmos eu queira me alimentar até a última gota do seu sangue?
Ela me olha com curiosidade e invade a boca, eu não consigo respirar e acabo em uma tentativa ferindo o canto, o lábio inferior de Catarine.
Sinto o gosto do seu sangue em minha boca e não tenho o desejo de parar o beijo e cravar as minhas presas, e me alimentar até a última gota do seu sangue.
Ela para o beijo e limpa o canto da boca que feri.
— É como eu imaginei, Lystat você me ama e não me fará mau algum e sabe por quê?
— Porque o nosso amor é recíproco.
Não tenho palavras para dizer a Catarine a não ser ações, então a beijo com toda a intensidade de um beijo de amor.
Exploro seu corpo com pequenos selinhos, e ela geme se sentindo completada por mim.
Dou pequenos apertões em seus m*****s e beijo seus s***s, um após o outro.
Catarine me descobre também, e coloca a língua no meu ouvido e lambe.
A carinha que ela faz é impagável ao sentir o gosto de minha orelha.
E me beija os lábios para que eu também sinta, o gosto de minha própria orelha.
— Meninaaaa!
Eu Sussurro e invado sua boca com a minha, mas não é a boca que eu quero explorar, acaricio com a mão a i********e de Catarine que sussurra de prazer.
? O meu pai o que estou fazendo?
Paro de pensar nessa pergunta e desço os beijos para a flor adorada, exploro com todo o cuidado para não machucar e a Catarine se solta e passa a urrar, como uma gatinha, o meu nome:
— Lystat, Lystat, Oh Lystat
Paro e a beijo, ela está preparada para me receber, me receber por interior.
Me encaixo e vou devagar até entrar tudo, pois a última coisa que eu quero é machucar a Catarine no nosso momento de prazer.
— Lystat eu estou com calor, Lystat.
— Minha pequena, esse calor é normal, todos os que se amam sentem, minha linda.
— Lystat meu corpo vai explodir, está muito quente.
— Deixe acontecer minha linda, isso que você está sentindo é prazer, apenas sinta o prazer e o compartilhe comigo.
Passo a me movimentar em seu corpo com um pouco mais de intensidade, às vezes dou algumas reboladas que Catarine por instinto me acompanha, estamos compartilhando prazer e isso é bom.
Os nossos movimentos se tornam mais intensos e juntos chegamos ao clímax juntos, explodimos, não esperávamos mais, o dia começou a amanhecer.
Eu senti sono e ela não.
— Lystat vou acompanhar como está a reforma do orfanato, depois eu cuidarei aqui da casa para você.
— Por favor, Catarine não saia sem mim.
— Não me acontecerá nada Lystat, quem me fazia m*l você matou, e outra esse foi o nosso acordo.
Minha preocupação não é com os padrastos dela, esses queimam no inferno, a minha preocupação é com Theo, o diretor do orfanato, ele a ama.
Tento dizer algo, mas as palavras não saem, mas eu escuto o que Catarine me diz e sinto o seu beijo em meus lábios.
— Descanse Lystat.
A última coisa que sinto além de uma presença diferente em nosso quarto é Catarine me cobrir com um lençol, pois eu estou nu.
Não me lembro de mais nada, em meu corpo eu sinto o cheiro da Catarine, um cheiro maravilhoso parecido com o cheiro dôs, lírios do campo de Inlandris.
Sonho com ela, por volta das oito da noite eu acordo com ela me beijando, já não sinto a presença estranha que senti quando eu amava a Catarine no quarto.
Ainda sinto as minhas presas e percebo que a maldição não cedeu e que eu ainda sou um vampiro, não me desespero, pois talvez ela seja quebrada com a convivência que eu e Catarine estamos tendo.
— Minha linda, eu preciso me vestir.
— Lsytat não há nada aí que eu não tenha visto e sentindo ontem a noite.
Sorrio, beijo a minha Linda me levanto e me visto.
Sinto um cheiro de frango cozinhando na cozinha.
— Aroma bom de frango.
— Lsytat você não come, possuí uma alimentação diferenciada, mais eu preciso comer.
— Onde comprou esses frangos minha linda?
— Do Jorge Lystat ele está muito agradecido, por você pagar a dívida dele.
Os frangos estão com um aroma delicioso, mas eu não posso comer isso.
— Catarine hoje eu vou precisar sair atrás de malfeitores, preciso me alimentar.
Não precisa não Lystat eu sangrei os frangos e lhe guardei o sangue.
Os que eu não aguentar comer eu vou levar para as crianças do orfanato.
— Não fui visitar a obra hoje, quero ir com você agora a noite! Tudo bem?
— Claro, minha linda vamos juntos e Catarine obrigada por guardar o sangue das galinhas para mim.
Vamos até a cozinha e eu me surpreendo com a quantidade de frango que ali está, e para mim quatro garrafas de sangue.
Jantamos e Catarine junta os frangos prontos em um cesta para levarmos para o orfanato.