Capitulo 23

1026 Words
Em nosso quarto, Catarine me confessa que se apaixonou por mim e eu a beijo, com intensidade, se ela quer a resposta para a pergunta que ela me fez, acredito que hoje ela terá a oportunidade de descobrir isso. Estávamos perdidos no mais puro momento de cumplicidade, que eu não percebia que realmente, ali naquele quarto, alguém observava nos, mas eu, não consegui sentir a presença da pessoa mais débil, e malvada enquanto eu despia a Catarine. Nos despíamos mutualmente, ali naquele quarto, e eu, que planejava de me tornar, vampiro, fazer tudo certo com uma mulher, me perdi no mais cálido desejo de amar aquela que se enamorou por mim. Eu a beijava com cuidado, pois não quero que se fira com as minhas presas, não quero sentir o gosto da mulher que amo. Catarine é espontânea e reclama comigo: — Lystat para de ter medo de me ferir com as suas presas, se entregue, passe dos limites da paixão. — Não tem medo que eu te feria meu amor? E que após nos amarmos eu queira me alimentar até a última gota do seu sangue? Ela me olha com curiosidade e invade a boca, eu não consigo respirar e acabo em uma tentativa ferindo o canto, o lábio inferior de Catarine. Sinto o gosto do seu sangue em minha boca e não tenho o desejo de parar o beijo e cravar as minhas presas, e me alimentar até a última gota do seu sangue. Ela para o beijo e limpa o canto da boca que feri. — É como eu imaginei, Lystat você me ama e não me fará mau algum e sabe por quê? — Porque o nosso amor é recíproco. Não tenho palavras para dizer a Catarine a não ser ações, então a beijo com toda a intensidade de um beijo de amor. Exploro seu corpo com pequenos selinhos, e ela geme se sentindo completada por mim. Dou pequenos apertões em seus m*****s e beijo seus s***s, um após o outro. Catarine me descobre também, e coloca a língua no meu ouvido e lambe. A carinha que ela faz é impagável ao sentir o gosto de minha orelha. E me beija os lábios para que eu também sinta, o gosto de minha própria orelha. — Meninaaaa! Eu Sussurro e invado sua boca com a minha, mas não é a boca que eu quero explorar, acaricio com a mão a i********e de Catarine que sussurra de prazer. ? O meu pai o que estou fazendo? Paro de pensar nessa pergunta e desço os beijos para a flor adorada, exploro com todo o cuidado para não machucar e a Catarine se solta e passa a urrar, como uma gatinha, o meu nome: — Lystat, Lystat, Oh Lystat Paro e a beijo, ela está preparada para me receber, me receber por interior. Me encaixo e vou devagar até entrar tudo, pois a última coisa que eu quero é machucar a Catarine no nosso momento de prazer. — Lystat eu estou com calor, Lystat. — Minha pequena, esse calor é normal, todos os que se amam sentem, minha linda. — Lystat meu corpo vai explodir, está muito quente. — Deixe acontecer minha linda, isso que você está sentindo é prazer, apenas sinta o prazer e o compartilhe comigo. Passo a me movimentar em seu corpo com um pouco mais de intensidade, às vezes dou algumas reboladas que Catarine por instinto me acompanha, estamos compartilhando prazer e isso é bom. Os nossos movimentos se tornam mais intensos e juntos chegamos ao clímax juntos, explodimos, não esperávamos mais, o dia começou a amanhecer. Eu senti sono e ela não. — Lystat vou acompanhar como está a reforma do orfanato, depois eu cuidarei aqui da casa para você. — Por favor, Catarine não saia sem mim. — Não me acontecerá nada Lystat, quem me fazia m*l você matou, e outra esse foi o nosso acordo. Minha preocupação não é com os padrastos dela, esses queimam no inferno, a minha preocupação é com Theo, o diretor do orfanato, ele a ama. Tento dizer algo, mas as palavras não saem, mas eu escuto o que Catarine me diz e sinto o seu beijo em meus lábios. — Descanse Lystat. A última coisa que sinto além de uma presença diferente em nosso quarto é Catarine me cobrir com um lençol, pois eu estou nu. Não me lembro de mais nada, em meu corpo eu sinto o cheiro da Catarine, um cheiro maravilhoso parecido com o cheiro dôs, lírios do campo de Inlandris. Sonho com ela, por volta das oito da noite eu acordo com ela me beijando, já não sinto a presença estranha que senti quando eu amava a Catarine no quarto. Ainda sinto as minhas presas e percebo que a maldição não cedeu e que eu ainda sou um vampiro, não me desespero, pois talvez ela seja quebrada com a convivência que eu e Catarine estamos tendo. — Minha linda, eu preciso me vestir. — Lsytat não há nada aí que eu não tenha visto e sentindo ontem a noite. Sorrio, beijo a minha Linda me levanto e me visto. Sinto um cheiro de frango cozinhando na cozinha. — Aroma bom de frango. — Lsytat você não come, possuí uma alimentação diferenciada, mais eu preciso comer. — Onde comprou esses frangos minha linda? — Do Jorge Lystat ele está muito agradecido, por você pagar a dívida dele. Os frangos estão com um aroma delicioso, mas eu não posso comer isso. — Catarine hoje eu vou precisar sair atrás de malfeitores, preciso me alimentar. Não precisa não Lystat eu sangrei os frangos e lhe guardei o sangue. Os que eu não aguentar comer eu vou levar para as crianças do orfanato. — Não fui visitar a obra hoje, quero ir com você agora a noite! Tudo bem? — Claro, minha linda vamos juntos e Catarine obrigada por guardar o sangue das galinhas para mim. Vamos até a cozinha e eu me surpreendo com a quantidade de frango que ali está, e para mim quatro garrafas de sangue. Jantamos e Catarine junta os frangos prontos em um cesta para levarmos para o orfanato.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD