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TATUADA pelo DESTINO " Não é só Tinta, é Pacto"

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Blurb

SINOPSE:

🌶 Tatuada pelo Destino

🌹🖋 NÃO É SÓ TINTA. É PACTO.

🔏⛓️ Nem toda dor vem com sangue.🎨 Algumas vêm com tinta.

Ele é o silêncio antes do grito.

Ela, a calmaria que precede o caos.

Um estúdio.

Um porão.

Uma tatuagem que nunca deveria ter sido feita.

E um toque que jamais deveria ter acontecido.

Ela só queria uma rosa.

Ele só queria esquecer.

Mas quando agulha e pele se encontram, não é só tinta que escorre.

É passado.

É desejo.

É vingança.

Presos num jogo de poder e entrega, onde os corpos falam o que os lábios jamais ousariam dizer, eles vão descobrir que a linha entre punição e prazer...é fina como uma agulha.

E às vezes, a tatuagem mais profunda...é aquela que ninguém pode ver.

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QUEM É ELA?
PRÓLOGO A marca que ficou na alma antes da pele FERNANDO MORELLI BASTIANI A agulha deslizava com firmeza sobre a pele da panturrilha dela, traçando com exatidão os contornos da serpente que envolvia uma adaga. O barulho rítmico da máquina ecoava no estúdio, abafando o som abafado dos gemidos dela. — É... é normal sentir... tesã0? — a mulher perguntou, arqueando o corpo de leve para que os sei0s encostassem na maca, empinando de forma descarada. Eu não respondi. Meus olhos estavam cravados no desenho, como se a vida dependesse da perfeição daquela linha. O maxilar travado, o cenho franzido, o corpo inteiro tenso. Não por ela. Mas por algo que pulsava lá embaixo... no porão. Porr4... por que tinha que ser ela? Justo ela. O cheiro da tinta se misturava com o perfume barato da cliente, mas nada ali era suficiente para arrancar da minha mente o outro aroma. Um cheiro que já estava entranhado na minha memória. Pele, suor e lembrança. A mulher gemeu de novo. — Isso me arrepia... é errado se eu disser que queria que você me tatuasse em outro lugar? Mais... Levantei abruptamente. — Com sua licença. Já volto. Saí da sala sem olhar para trás, o jaleco manchado de tinta balançando com meus passos apressados. No corredor escuro, Domênico esperava com o rosto tenso, os olhos dizendo mais que qualquer palavra. — O que foi, Domênico? — Fernando... ele escapou. Um silêncio brutal. Minha respiração ficou pesada. Meu olhar perdeu o foco. — Porr4... filho da put4 escorregadio. — O pior não é isso. — Cospe, caralh0, o que foi? Domênico engoliu seco. — Ele matou o Diego e o Ravi. O ar sumiu dos meus pulmões. Os dedos se fecharam com tanta força que as juntas estalaram. Por alguns segundos, não houve barulho algum. Nem da máquina, nem da rua lá fora. Apenas o som da dor silenciosa. Diego. Eu não deixaria transparecer, mas aquele nome estilhaçou algo dentro de mim. Diego era... era. E o Ravi. Eles... P0rra! Sério isso? Não agora. Não ali. — Manda a porr4 da mulher embora. Diz que se ela quiser terminar, volte outro dia. Fod4-se. — Mas ela tá lá ainda, tentando... Não deixei terminar: — EU DISSE MANDE ELA EMBORA! Meu grito fez o estúdio inteiro estremecer. O vidro da sala de recepção trincou num estalo seco. Virei de costas, a veia do pescoço pulsando com força. Desci as escadas do estúdio como quem desce para o inferno. Meus passos ecoando nos degraus de metal. Lá embaixo... no porão... estava ela. E eu já sabia o que ia fazer. Escrever a sentença para o filho da put4 do irmão dela, nas costas dela. Só escrever "MORTE AO TRAIDOR". Ou achava que sabia. Entrei sem olhar para os lados, jogando luvas, agulhas, potes de tinta sobre a bancada metálica. — Levanta. Tire suas roupas e fique completamente nua. Encosta naquela barra. Agora. Ela hesitou. Os olhos tremiam. — Eu disse... AGORA! Assustada, ela se ergueu. Tremia, mas obedeceu. Tirou as roupas, e ficou nua. Encostou-se no metal gelado. O ambiente subterrâneo estava mergulhado na penumbra. A luz amarelada das lâmpadas industriais pendia sobre a maca acolchoada e a barra de ferro onde eu a mantia presa. Agora. Nua. Vulnerável. A respiração ofegante de quem não entende o motivo de estar ali. Cheguei por trás. Com movimentos rápidos, frios, algemei os punhos dela prendendo-a ali como uma tela humana. — O que você vai fazer? — Uma tatuagem. Não foi pra isso que você veio? Minha voz era cortante. Sem nenhuma emoção. Ela engoliu seco. — Mas... eu pedi uma rosa no pescoço... Virei-me para preparar os materiais, sem olhar pra ela. — E eu estou put0. Estressado. Então cala a porr4 da boca. Silêncio. Me sentei em um banco baixo, e comecei ali, na virilh4 dela. Somente o zumbido da máquina ligando preencheu o ambiente. O som da agulha girando. O cheiro de tinta. O toque quente da minha mão sobre a pele dela foi o primeiro arrepio. Eu escolhi exatamente ali. Um lugar que ela não podia ver. Que ela nem imaginava. A agulha encostou. Ela estremeceu. E o traço começou. O tempo virou fumaça. Ela sentia o meu calor tão perto, a minha respiração, a fúria contida, o controle explodindo em cada movimento preciso. Mas não era mais raiva que preenchia o ar. Era algo entre o poder e o desejo. A pele dela suava. O cheiro subia. E eu inalava como um condenado faminto pela última ceia. Quando o traço terminou, passei os dedos sobre a pele tatuada. Ela gemeu. — Está doendo? Minha voz saiu mais baixa que eu pretendia, com um cuidado, que eu não queria. — Um pouco... Eu não respondi. Apenas inclinei o rosto, encostei os lábios na pele recém-marcada. Lambi. Ela gemeu mais alto. Lambi de novo. Beijei. Senti. Minha boca foi descendo, os beijos virando laps0s de desejo. Ela se contorcia presa, vulnerável, mas não havia medo agora. Havia entrega. E então me ajoelhei entre suas pernas. Minha boca encontrou o gosto que o cheiro teimava em me chamar e eu fingia ignorar. Após alguns minutos ali, com movimentos precisos, saboreando o que eu não havia certeza se podia mas sei que eu queria. Ela goz0u. Forte. Intensa. Arfando. Tremendo nas algemas. Levantei. Respiração descompassada. P4u latejando dentro da calça. Saí do porão sem olhar para trás. Fodid0. E mais marcado do que ela jamais estaria. Ela ficou ali, com o corpo ainda tremendo, as pernas moles e os braços presos. O silêncio que se seguiu foi mais cru3l que qualquer dor. Encostei as costas na parede do Studio e a ouvi. —O que foi isso? Por que ele me tocou desse jeito... depois de me prender daquela forma? Isso foi vingança ou... desejo? Ela tentou olhar para o corpo, mas a posição a impedia. A pele ardia onde a tatuagem havia sido feita. —O que ele marcou em mim? Por que escolheu esse lugar? O que significa aquele olhar antes de sair? A dúvida latejava mais do que a pele recém-tatuada. E o vazio que deixei era tão quente quanto minha língua. O som dos meus passos no corredor soava abafado. A respiração ainda estava irregular. As mãos tremiam dentro dos bolsos da calça. Que m3rda eu fiz? Passei as costas da mão pelos lábios, como se pudesse apagar o gosto dela. Mas ele continuava ali. Na língua. Na garganta. No peito. Era pra ser dor. Era pra ser punição. Era pra ser o começo da minha vingança. Mas agora... agora o gosto dela estava misturado com o gosto da dúvida. E a tatuagem que eu fiz não dizia o que eu queria. Dizia o que eu sentia. E isso... era o que me deixava mais fodid0. Eu sempre fui o filho que carregava a maldição do sangue. Meu pai dizia que a gente não tinha direito de escolher nada. “Quem nasce Bastiani, morre Bastiani.” E eu acreditava. Até hoje acredito. Mas, naquela noite, quando amarrei os punhos dela na barra de ferro e o corpo nu tremia diante de mim, eu percebi que alguma coisa dentro de mim estava prestes a quebrar. Era errado. Errado como tudo que eu fiz na vida. Desejar a irmã do homem que matou o meu irmão. Porr4, Fred… se você visse isso, cuspiria na minha cara. Diego já não podia mais ver nada. Morreu acreditando que eu o protegeria. E eu aqui, respirando fundo pra não me ajoelhar de novo entre as pernas da irmã do desgracad0 que tirou meus companheiros de mim. A lembrança de Diego me corroía. Ele tinha vinte e seis anos. Vinte e seis, caralh0! Ainda ria como moleque, ainda acreditava que dava pra salvar o mundo com justiça limpa. Não era como eu. Não carregava o veneno da Rosa n***a. E agora está morto. Assassinad0 pelo mesmo filho da put4 que corria solto por aí. E eu… eu marcava a irmã dele. Por que ela, entre tantas? Por que o destino tinha que me jogar justo nela? A vida inteira eu segui regras de sangue. A minha vingança era simples: dor por dor, sangue por sangue. Mas, quando vi o corpo dela estremecer preso às algemas, percebi que eu não tinha controle nenhum. Era como se o destino cuspisse na minha cara e dissesse: “Você não manda em porr4 nenhuma.” Passei a mão pela boca, tentando apagar o gosto dela, mas não conseguia. Era doce, quente, proibido. Era errado. E era meu. Fechei os olhos e me vi menino, sentado ao lado de Fred, escutando meu pai repetir que a família era tudo. “Nunca esqueçam, meninos: o sangue que corre nas veias de vocês é a única lealdade que importa.” E agora? Como olhar no espelho sabendo que cravei os dentes no fruto mais proibido? Como encarar o túmulo do meu irmão sabendo que a única coisa que me fazia respirar era o corpo da irmã do assassino dele? A respiração dela ecoava ainda nos meus ouvidos, misturada ao som das algemas batend0 no ferro. E, porr4 … eu não sabia mais se queria vingança ou se queria me afundar nela até apagar a memória de quem eu era. Porque, pela primeira vez, eu não parecia o filho de ninguém. Não era órfão. Não parecia o líder da Rosa Negr4. Não parecia o irmão enlutado. Pela primeira vez, eu parecia apenas um homem fodid0… desejando uma mulher ainda mais fodid4 que eu. “A marca que cravei nela não era só tinta. Era cicatriz na alma.”

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