Quando o sangue derramado de um irmão vira Caçada do outro. FERNANDO MORELLI BASTIANI Quando subi para o quarto, ela estava deitada de lado, as costas nuas, só a camisa caída até o meio da lombar. A pele onde tatuei ainda estava vermelha. A visão me travou no lugar por alguns segundos. Desci de novo, peguei a pomada, voltei. Sentei-me na beira da cama e, com cuidado, espalhei o creme pela pele quente. Meus dedos se moviam lentos, circulares. Ela gemeu baixo. Meu corpo reagiu na hora. O p4u endureceu sem pedir licença. — Para de gemer… — murmurei, já roçando o quadril, tentando me controlar. — Não consigo… — ela respondeu num sussurro carregado, e o som me quebrou por dentro. — O que você quer, Alinne? — perguntei, minha boca já mordendo o ombro dela, enquanto minha mão desci

