Quando o luxo se esconde na pele de um homem simples FERNANDO MORELLI BASTIANI Girei-a, fazendo com que as mãos dela se apoiassem no corrimão do convés. Entrei devagar, sentindo o calor apertado dela me engolir. Inclinei-me sobre seu ouvido. — Vai sentir o mar balançar no mesmo ritmo que eu vou te f***r. O balanço suave do iate no mar se misturava às estocadas, e o som da água batendo no casco era como um compasso para o nosso ritmo. Ela gemeu mais alto quando minha mão apertou sua garganta de novo, controlando a velocidade. — Assim… — sussurrei, entre beijos na orelha dela. — Gosta de sentir que não tem pra onde fugir? — Sim… — a palavra escapou junto de um gemido longo. Acelerei, o som das nossas peles se encontrando ficando mais rápido, mais molhado. Soltei a garganta dela apen

