Ele a puxou pelo cabelo para beijar, se excitou em instantes ficando duro, ela estava disposta a tudo, depois de tantos dias conversando com frases de duplo sentido e muito flerte.
Começou a se mover em cima dele com provocação, desceu a mão até o zíper da calça rindo.
— Não vai invadir muito, vestido. — Ela disse.
Adorando a atitude dela, ele foi deixando, acariciando seu corpo, exalando desejo, a olhou abrir a calça e o tocar por cima da cueca, apertando sutilmente, ele sorriu perdendo o controle sobre si.
— Tem certeza que quer atrasar o passeio?
Ela levantou a camiseta, começou a beijar o peito dele e foi descendo, lambeu a barriga enquanto o tocava, tirando de dentro da cueca.
— Atrasar?
O olhou sem jeito, corada de vergonha.
— Vai precisar me ensinar como se faz isso.
Completamente envolvido, ele a afastou sutilmente, foi tirando a camiseta e a calça.
— Você não tem que fazer nada disso, mas se quiser, não posso impedir.
Ela se ajoelhou na cama rindo, jogou o cabelo para o lado, exibindo os sei.os.
— Não quer um carinho gostoso?
Completamente n.u, exibindo o corpo sarado, ele se aproximou em pé, a beijou, sorriu acariciando o cabelo enquanto se tocava, exibindo sua ereção.
— Com certeza quero. Não faz ideia das coisas que vamos fazer juntos. — Ele disse.
Ela foi se abaixando por vontade própria, beijando o corpo todo dele, segurou seu p.au e começou a mast.urbar lentamente, ele estava a olhando fixamente com admiração, emaranhou a mão no meio de seu cabelo e fechou os olhos por alguns instantes, sentiu mais do que deveria, como se estivesse com a cunhada, imaginou Kaya ali, conduziu Nilufer para o chupar, ela colocou tudo na boca, começou a sugar indo e voltando lentamente, de olhos abertos ele a acariciou no rosto e no cabelo, afetuoso, adorou vê-la daquela forma, mais decidida e safada.
Quase alcançando o êxtase, voltou a fechar os olhos, já sem controle não sabia como parar, imaginando que a cada instante era uma e logo outra.
Prestes a goz.ar, a puxou pelo cabelo fazendo parar, ele podia sentir a irritação de Kaya, misturada com insegurança, adrenalina, cobiça e desejo.
Pegou Nilufer no colo e a levou para o batente da janela, a colocou sentada de pernas abertas, se enfiou no meio, enquanto a beijava ardentemente começou a mas.turbar freneticamente, a fazendo se mexer inquieta.
Exibicionismo era apenas um de seus feti.ches, a fez ge.mer cada vez mais e a levou ao êxtase, agarrada na beirada da janela, ela não teve nem tempo de respirar, começou a rir eufórica o olhando descer.
— O que vai fazer?
Ele se abaixou indo chupar sua inti.midade.
— Dar um jeito nessa sua bagunça, g.oza pra mim de novo, linda.
— Quero chupar todo o seu melzinho.
Ao sentir sua inti.midade ser sugada com muita vontade, ela nem conseguiu responder, intenso demais, ignorou a sensibilidade dela e a chupou como se fosse uma fruta suculenta e doce, novamente imaginando a cunhada, apenas fez o que quis.
Agarrada aonde dava, Nilufer derrubou a cortina e o varão, não podia pensar em nada além do que sentia, incapaz de se controlar, gem.eu alto e alcançou o êxtase novamente.
Ele se aproximou enfiado no meio de suas pernas, foi roçando sua i********e dura, a provocando.
— E o passeio? Não vai esperar para ter uma surpresa lá?
Ela o olhou nos olhos, se segurou, encaixando seus corpos para o sentir melhor.
— Não sei se consigo, quero você demais, venho pensando no quanto e não é pouco.
Com medo de ser precipitado, ele a beijou sutilmente, olhando nos olhos.
— Depois disso, tudo vai mudar, eu falo sério, acredite. — Ele disse.
— Não quero que tenha dúvidas quando realmente acontecer.
— Me importo com você, e muito, tartaruga.
Ela o sentiu inseguro, foi ficando também sem entender.
— O que vai acontecer depois? — Ela perguntou.
— Não sou criança, nem tenho dúvidas.
— Por que não fala tudo direito? Qual o seu medo, Rick?
Ele sorriu irônico, passando a cabecinha na entrada dela, deslizando na lubrificação.
— Te decepcionar, está irritada?
— Não fique. Ou não vou resistir a isso.
Séria e muito exci.tada, ela se afastou, o soltando, voltou a segurar na janela.
— Estou, e muito. Gosta de brincar com meu corpo e não o quer ter?
Começou a mexer o quadril, reagindo às provocações, o olhando fixamente nos olhos, achando aquilo um desafio, ele sabia que iria ganhar, resistindo a ela pela última vez, continuou apenas roçando sua i********e, ameaçando a pe.netrar.
— Poderia brincar com você por meses.
— Não há nada que façamos que eu não sinta prazer.
— Já que estou em desvantagem, agora é a minha vez.
— Isso é só o começo.
Ela estava adorando, não aguentou tamanha vontade e fechou os olhos esperando que fosse invadida de fato, ele apenas deu uma leve encaixada, a beijou ardentemente e goz.ou na sua entrada, ela pôde sentir, sorriu surpresa o olhando curiosa.
— Trapaceiro, é o começo de uma guerra?
— Não vai querer entrar nessa comigo.
— Posso ser competitiva também.
Ainda agarrado a ela, ele sorriu e a beijou.
— É o começo de uma vida toda, quer namorar comigo?
Ela não esperava, sorriu sem jeito, se mexendo para descer as pernas.
— Nossa, eu não…
— Estou surpresa!
Afetuoso, ele a abraçou, enchendo de beijinhos no pescoço e no rosto.
— Se fosse no lugar que imaginei, aí sim, estaria mais que surpresa.
— Eu sabia que as velas e os fogos de artifício iriam te convencer.
— Se não falar o que está pensando, não consigo saber.
Ela sorriu, o acariciando no rosto. E perguntou.
— Se importa mesmo com o que penso?
— Acha que saber não iria te assustar?
Ele sorriu com deboche, a virando de costas.
— Acho que vou imaginar muitas coisas, a maioria ruins, porque de fato não esperava um não como resposta.
— Leve o tempo que precisar para pensar.
Ela se afastou, o pegou pela mão, sorridente.
— E se eu for muito, mas muito devagar?
— Vai invadir o meu chuveiro agora. Vem comigo.
Foram indo para o banheiro de mãos dadas, ele sorriu, disse que podia ser muito paciente, entraram para tomar banho juntos, ela o abraçou pensativa.
— Não quero te decepcionar, você não sabe nada de mim, o lado r**m.
Ele a fez olhar nos olhos, falou em brincadeira.
— Não a conheço, como pude me deixar levar dessa forma?
— Quer tirar minha virgi.ndade a qualquer custo, não é?
— Temos uma per.vertida aqui.
Ela começou a rir muito, disse que falava sério, ele a beijou, impedindo de falar várias vezes, ela logo desistiu, começou a se lavar com um sorriso bobo, deu banho nele abraçada por trás, quando desligou o chuveiro, falou que a mãe podia chegar a qualquer momento, ele saiu enrolado na toalha sem se importar.
— Tá aí uma coisa que eu tenho medo. Sua mãe!
— Mas. Vamos logo.
Ela foi pegando roupas na cômoda, falou como quem não queria nada.
— Aceito.
Ele estava se vestindo, sorriu com satisfação.
— Não pude ouvir, pode repetir mais alto?
Ela disse que aceitava, virada de costas colocou uma calcinha pequena lilás com bolinhas amarelas, ele estava a olhando fixamente, sorriu chegando mais perto.
— Não está me levando a sério?
A abraçou por trás.
— Aceita o quê? Tenho sofrido da perda de memória recente.
Ela se soltou rindo, foi colocando roupa.
— Não consigo te entender, é demais pra mim, sabe disso, né? — Ela disse.
— Vai além de qualquer expectativa.
Ele disse que discordava, foi arrumar a cortina, olhou lá fora e percebeu que Kaya não estava mais lá há algum tempo.
Em menos de meia hora saíram, ele a levou para jantar em um restaurante na cidade vizinha, muito mais próximos, era nítido o quanto estavam ambos mais íntimos e animados, conversaram muito sobre o trabalho dele e os dias que ficaram longe, ela tirou fotos, postou, da comida, de si sozinha, mandou uma foto para Kaya.
"Ele me pediu em namoro."
A mensagem nem foi entregue. Depois do jantar ele a levou para um chalé, nem era longe como ele insinuou, estava todo decorado com luzes, como se fosse Natal, a carregou para entrar como uma noiva, ela estava deslumbrada com tudo, perguntou se era alugado, ele foi para os fundos.
— Não, é da família. Está muito cansada, ou?
Abriu a porta que dava na jacuzzi, ela foi saindo, admirando tudo.
— Uauuuu, é incrível. Eu não sei se tenho biquíni na mala!
Ele se aproximou, a abraçando por trás.
— Não vai precisar dele, só estamos nós dois aqui, é o nosso fim de semana.
— Vou pegar umas coisas e já volto, se quiser se trocar, fica à vontade.
Ela se abaixou e colocou a mão na água, estava quente, borbulhando, com receio de estar sendo muito oferecida, foi procurar o quarto, abriu a mala, tinham vestidos, lingeries, um pouco de tudo.
A mala dele estava ao lado aberta, ela pegou uma regata branca e colocou, só de calcinha por baixo, voltou para fora, ele estava dentro da banheira, ouvindo música e bebendo vinho, no balde de gelo ao lado tinham caixinhas de suco, água e chocolates, ela se aproximou sem jeito.
— Acha que eu não bebo?
Ele a segurou pela mão, ajudando a entrar.
— Não sei, mas é uma decisão sua, gosto de dar opções.
Começou a rir, olhando a regata se molhar, assim mostrando os se.ios dela.
— Adorei a substituição do biquíni. — Ele disse.
Ela se aproximou virada de lado para pegar a taça.
— Gostou mesmo? Hummm, não sei.
Voltou a sentar longe dele.
— Nossa, como isso é gostoso.
Encostou na borda de olhos fechados, ele começou a passar o pé nas pernas dela.
— Queria te contar uma coisa, não sei se é o melhor momento.