Capítulo 36

1676 Words
Ele a puxou pelo cabelo para beijar, se excitou em instantes ficando duro, ela estava disposta a tudo, depois de tantos dias conversando com frases de duplo sentido e muito flerte. Começou a se mover em cima dele com provocação, desceu a mão até o zíper da calça rindo. — Não vai invadir muito, vestido. — Ela disse. Adorando a atitude dela, ele foi deixando, acariciando seu corpo, exalando desejo, a olhou abrir a calça e o tocar por cima da cueca, apertando sutilmente, ele sorriu perdendo o controle sobre si. — Tem certeza que quer atrasar o passeio? Ela levantou a camiseta, começou a beijar o peito dele e foi descendo, lambeu a barriga enquanto o tocava, tirando de dentro da cueca. — Atrasar? O olhou sem jeito, corada de vergonha. — Vai precisar me ensinar como se faz isso. Completamente envolvido, ele a afastou sutilmente, foi tirando a camiseta e a calça. — Você não tem que fazer nada disso, mas se quiser, não posso impedir. Ela se ajoelhou na cama rindo, jogou o cabelo para o lado, exibindo os sei.os. — Não quer um carinho gostoso? Completamente n.u, exibindo o corpo sarado, ele se aproximou em pé, a beijou, sorriu acariciando o cabelo enquanto se tocava, exibindo sua ereção. — Com certeza quero. Não faz ideia das coisas que vamos fazer juntos. — Ele disse. Ela foi se abaixando por vontade própria, beijando o corpo todo dele, segurou seu p.au e começou a mast.urbar lentamente, ele estava a olhando fixamente com admiração, emaranhou a mão no meio de seu cabelo e fechou os olhos por alguns instantes, sentiu mais do que deveria, como se estivesse com a cunhada, imaginou Kaya ali, conduziu Nilufer para o chupar, ela colocou tudo na boca, começou a sugar indo e voltando lentamente, de olhos abertos ele a acariciou no rosto e no cabelo, afetuoso, adorou vê-la daquela forma, mais decidida e safada. Quase alcançando o êxtase, voltou a fechar os olhos, já sem controle não sabia como parar, imaginando que a cada instante era uma e logo outra. Prestes a goz.ar, a puxou pelo cabelo fazendo parar, ele podia sentir a irritação de Kaya, misturada com insegurança, adrenalina, cobiça e desejo. Pegou Nilufer no colo e a levou para o batente da janela, a colocou sentada de pernas abertas, se enfiou no meio, enquanto a beijava ardentemente começou a mas.turbar freneticamente, a fazendo se mexer inquieta. Exibicionismo era apenas um de seus feti.ches, a fez ge.mer cada vez mais e a levou ao êxtase, agarrada na beirada da janela, ela não teve nem tempo de respirar, começou a rir eufórica o olhando descer. — O que vai fazer? Ele se abaixou indo chupar sua inti.midade. — Dar um jeito nessa sua bagunça, g.oza pra mim de novo, linda. — Quero chupar todo o seu melzinho. Ao sentir sua inti.midade ser sugada com muita vontade, ela nem conseguiu responder, intenso demais, ignorou a sensibilidade dela e a chupou como se fosse uma fruta suculenta e doce, novamente imaginando a cunhada, apenas fez o que quis. Agarrada aonde dava, Nilufer derrubou a cortina e o varão, não podia pensar em nada além do que sentia, incapaz de se controlar, gem.eu alto e alcançou o êxtase novamente. Ele se aproximou enfiado no meio de suas pernas, foi roçando sua i********e dura, a provocando. — E o passeio? Não vai esperar para ter uma surpresa lá? Ela o olhou nos olhos, se segurou, encaixando seus corpos para o sentir melhor. — Não sei se consigo, quero você demais, venho pensando no quanto e não é pouco. Com medo de ser precipitado, ele a beijou sutilmente, olhando nos olhos. — Depois disso, tudo vai mudar, eu falo sério, acredite. — Ele disse. — Não quero que tenha dúvidas quando realmente acontecer. — Me importo com você, e muito, tartaruga. Ela o sentiu inseguro, foi ficando também sem entender. — O que vai acontecer depois? — Ela perguntou. — Não sou criança, nem tenho dúvidas. — Por que não fala tudo direito? Qual o seu medo, Rick? Ele sorriu irônico, passando a cabecinha na entrada dela, deslizando na lubrificação. — Te decepcionar, está irritada? — Não fique. Ou não vou resistir a isso. Séria e muito exci.tada, ela se afastou, o soltando, voltou a segurar na janela. — Estou, e muito. Gosta de brincar com meu corpo e não o quer ter? Começou a mexer o quadril, reagindo às provocações, o olhando fixamente nos olhos, achando aquilo um desafio, ele sabia que iria ganhar, resistindo a ela pela última vez, continuou apenas roçando sua i********e, ameaçando a pe.netrar. — Poderia brincar com você por meses. — Não há nada que façamos que eu não sinta prazer. — Já que estou em desvantagem, agora é a minha vez. — Isso é só o começo. Ela estava adorando, não aguentou tamanha vontade e fechou os olhos esperando que fosse invadida de fato, ele apenas deu uma leve encaixada, a beijou ardentemente e goz.ou na sua entrada, ela pôde sentir, sorriu surpresa o olhando curiosa. — Trapaceiro, é o começo de uma guerra? — Não vai querer entrar nessa comigo. — Posso ser competitiva também. Ainda agarrado a ela, ele sorriu e a beijou. — É o começo de uma vida toda, quer namorar comigo? Ela não esperava, sorriu sem jeito, se mexendo para descer as pernas. — Nossa, eu não… — Estou surpresa! Afetuoso, ele a abraçou, enchendo de beijinhos no pescoço e no rosto. — Se fosse no lugar que imaginei, aí sim, estaria mais que surpresa. — Eu sabia que as velas e os fogos de artifício iriam te convencer. — Se não falar o que está pensando, não consigo saber. Ela sorriu, o acariciando no rosto. E perguntou. — Se importa mesmo com o que penso? — Acha que saber não iria te assustar? Ele sorriu com deboche, a virando de costas. — Acho que vou imaginar muitas coisas, a maioria ruins, porque de fato não esperava um não como resposta. — Leve o tempo que precisar para pensar. Ela se afastou, o pegou pela mão, sorridente. — E se eu for muito, mas muito devagar? — Vai invadir o meu chuveiro agora. Vem comigo. Foram indo para o banheiro de mãos dadas, ele sorriu, disse que podia ser muito paciente, entraram para tomar banho juntos, ela o abraçou pensativa. — Não quero te decepcionar, você não sabe nada de mim, o lado r**m. Ele a fez olhar nos olhos, falou em brincadeira. — Não a conheço, como pude me deixar levar dessa forma? — Quer tirar minha virgi.ndade a qualquer custo, não é? — Temos uma per.vertida aqui. Ela começou a rir muito, disse que falava sério, ele a beijou, impedindo de falar várias vezes, ela logo desistiu, começou a se lavar com um sorriso bobo, deu banho nele abraçada por trás, quando desligou o chuveiro, falou que a mãe podia chegar a qualquer momento, ele saiu enrolado na toalha sem se importar. — Tá aí uma coisa que eu tenho medo. Sua mãe! — Mas. Vamos logo. Ela foi pegando roupas na cômoda, falou como quem não queria nada. — Aceito. Ele estava se vestindo, sorriu com satisfação. — Não pude ouvir, pode repetir mais alto? Ela disse que aceitava, virada de costas colocou uma calcinha pequena lilás com bolinhas amarelas, ele estava a olhando fixamente, sorriu chegando mais perto. — Não está me levando a sério? A abraçou por trás. — Aceita o quê? Tenho sofrido da perda de memória recente. Ela se soltou rindo, foi colocando roupa. — Não consigo te entender, é demais pra mim, sabe disso, né? — Ela disse. — Vai além de qualquer expectativa. Ele disse que discordava, foi arrumar a cortina, olhou lá fora e percebeu que Kaya não estava mais lá há algum tempo. Em menos de meia hora saíram, ele a levou para jantar em um restaurante na cidade vizinha, muito mais próximos, era nítido o quanto estavam ambos mais íntimos e animados, conversaram muito sobre o trabalho dele e os dias que ficaram longe, ela tirou fotos, postou, da comida, de si sozinha, mandou uma foto para Kaya. "Ele me pediu em namoro." A mensagem nem foi entregue. Depois do jantar ele a levou para um chalé, nem era longe como ele insinuou, estava todo decorado com luzes, como se fosse Natal, a carregou para entrar como uma noiva, ela estava deslumbrada com tudo, perguntou se era alugado, ele foi para os fundos. — Não, é da família. Está muito cansada, ou? Abriu a porta que dava na jacuzzi, ela foi saindo, admirando tudo. — Uauuuu, é incrível. Eu não sei se tenho biquíni na mala! Ele se aproximou, a abraçando por trás. — Não vai precisar dele, só estamos nós dois aqui, é o nosso fim de semana. — Vou pegar umas coisas e já volto, se quiser se trocar, fica à vontade. Ela se abaixou e colocou a mão na água, estava quente, borbulhando, com receio de estar sendo muito oferecida, foi procurar o quarto, abriu a mala, tinham vestidos, lingeries, um pouco de tudo. A mala dele estava ao lado aberta, ela pegou uma regata branca e colocou, só de calcinha por baixo, voltou para fora, ele estava dentro da banheira, ouvindo música e bebendo vinho, no balde de gelo ao lado tinham caixinhas de suco, água e chocolates, ela se aproximou sem jeito. — Acha que eu não bebo? Ele a segurou pela mão, ajudando a entrar. — Não sei, mas é uma decisão sua, gosto de dar opções. Começou a rir, olhando a regata se molhar, assim mostrando os se.ios dela. — Adorei a substituição do biquíni. — Ele disse. Ela se aproximou virada de lado para pegar a taça. — Gostou mesmo? Hummm, não sei. Voltou a sentar longe dele. — Nossa, como isso é gostoso. Encostou na borda de olhos fechados, ele começou a passar o pé nas pernas dela. — Queria te contar uma coisa, não sei se é o melhor momento.
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