De olhos fechados, ela disse que ia parar de ouvir em instantes, porque ia dormir. Ele silenciou, pensativo, parou de acariciá-la.
Ficou olhando, a admirando, pensando no quanto tudo parecia surreal, o modo como ela chegou e o tocou, como se realmente fosse a pessoa perfeita para dividir a vida.
Ela cochilou um pouco, ele estava a encarando com um sorriso bobo, começou a pensar nas coisas que queria fazer com ela. Nilufer logo abriu os olhos e sorriu.
— Desistiu de falar? O que quer me contar?
Tomou o resto da taça, se aproximou para dar a ele.
— Quero mais, posso ficar bem diferente bêbada.
Foi se aproximando e sentou de frente no colo dele, o abraçou. Ele encheu a taça e devolveu.
— Diferente como? Se tem um lado r**m, me mostre logo.
Ela tomou um gole grande, se virou de costas sentada no colo dele.
— Vai ter que descobrir, você me acha atrevida?
— Sabe, pode não acreditar, mas a culpa é toda sua.
— Não costumo me soltar assim com outros.
Ele estava massageando as costas dela, disse que também não costumava agir daquela forma com outras, perguntou se ela queria realmente saber o porquê, entendê-lo melhor. Ela não levou a sério, começou a rir, sentindo-o e******o, duro, roçando seu bum.bum.
— Como você trata as outras?
Ele desceu com a massagem, indo do ombro aos se.ios, começou a apertá-los.
— Sem carinho ou afeto, cada um tem de mim, o que merece.
— Você tem despertado o melhor de mim, não faz ideia do quanto eu gosto disso, em nós.
A puxou para o sentir melhor, começou a mast.urbá-la sutilmente, abraçado por trás.
— Quando chegar a hora, seremos um só, de uma maneira que ninguém vai entender, se não viveu algo igual.
— Sempre achei que amar machuca.
Se movendo, rebolando lentamente, o provocando, ela se inclinou para trás, querendo beijá-lo.
— E vai me machucar? Com o seu amor?
Ele a beijou, mordeu a boca com provocação, a tocando cada vez mais intenso.
— Só se você deixar, gosto de coisas intensas, meio diferentes do comum.
— Não quero te assustar com meus segredos. Fet.iches.
Ela estava ge.mendo, se movendo inquieta, foi saindo da água.
— E não vai. Vamos entrar?
Pegou a garrafa de vinho e entrou bebendo no gargalo.
— O que tanto esconde, Rick?
Encostou na mesa da cozinha com um sorriso m*****o.
— Prefere falar ou mostrar?
Ele se aproximou, enfeitiçado, sabendo que não iria aguentar segurar mais nada a olhando tão entregue.
— Mostrar! — Ele respondeu.
Se aproximou, a colocando sentada em cima da mesa, de pernas abertas, se enfiou no meio, a puxando pelo cabelo para beijar, sedento por ela. Começou a beijar seu corpo todo, a enchendo de chupões e mordidas, a colocou deitada na mesa como um frango assado em exibição, tirou a regata, deixando-a só de calcinha, puxou seus braços, juntando-os para cima.
— Se não gostar, eu paro.
Foi pegando algo na gaveta ao lado. Ela estava cada vez mais ansiosa, sorriu, confiando completamente nele.
— Não vou pedir!
Ele amarrou suas mãos juntas com uma abraçadeira de plástico, “enforca-gatos”, a deixou de braços levantados, foi mexendo nas gavetas atrás dela.
— Vai doer. Você pode não gostar!
Acendeu o fogão, ela não podia vê-lo, respondeu ofegante, apreensiva.
— Tudo bem, confio em você.
Ele se aproximou por trás, a beijou de cabeça para baixo.
— Não deveria, talvez eu não seja digno de tamanha gentileza.
Ela o beijou, sorriu, acariciando seu rosto como dava.
— É, talvez não. Mas eu quero tentar!
Ele sorriu com maldade, provocando, ameaçando beijá-la, se afastando várias vezes. Pingou cera de vela derretida em sua barriga. Quando ela sentiu queimar, se assustou, gem.eu surpresa.
— Aiiii…
Novamente ele pingou, a olhando nos olhos.
— Não precisa suportar nada disso, Nilufer.
Ela sorriu e o beijou ardentemente. A cada nova sensação de dor e prazer, ge.mia, perdendo o fôlego. Ele havia pingado nos seus se.ios, barriga, ombros e braços.
Se afastou, indo para baixo, dando a volta na mesa.
— Quer parar, tartaruga?
Ela disse que não, ansiosa pelo que mais estaria por vir. Sentiu-o acariciando seus pés, levantou a cabeça para olhar.
— E agora? O que quer fazer comigo?
Enchendo-a de beijos nos pés e pernas, ele foi subindo até a coxa.
— Te namorar é um bom começo.
Tirou a calcinha, deixando-a nu.a, pegou-a no colo como um saco de batatas, a colocou de bruços no ombro.
— Ainda pode desistir.
Subiu para o quarto, a enchendo de apertões nas pernas e no bu.mbum. Ela se calou, foi ficando com a respiração ofegante. Ele a jogou na cama com um sorriso lascivo.
— Quer que eu a solte?
Ela se sentou, esticando os braços.
— Se quiser, é você quem toma as decisões aqui.
Ele se aproximou, acariciando seu rosto, mexeu na mala com a outra mão.
— Vou te dar duas opções: ter as mãos livres e os olhos cobertos.
Colocou o dedo na boca dela para chupar.
— Ou as mãos continuam assim e poderá assistir a tudo.
Ela chupou, fazendo pressão com a língua, deu os pulsos para ele.
— Pode soltar.
Ele havia pego uma tesourinha na nécessaire, foi cortando as abraçadeiras.
— Está curiosa? Ansiosa?
Ela se aproximou de joelhos na cama, foi puxando o short dele para baixo.
— Os dois.
Ele ficou de cueca, foi apagar a luz.
— Tenho uma coisa pra você, quero que coloque.
Pegou na mala uma máscara que cobria os olhos, deu nas mãos dela.
— Adorei o que fez mais cedo com essa boca deliciosa.
— Quero mais e te filmar fazendo, posso?
Ela já não estava gostando tanto, foi ficando tensa, colocou a máscara.
— Filmar? Pra quê?
Ele pegou o celular, se aproximou da cama em pé, filmando-a.
— É para não me esquecer do quanto você é boa.
— Por favor, pode apagar depois.
A segurou pelo cabelo um pouco forte.
— Não quer mais ser minha?
— Acha que chegou a hora de parar?
Ela foi puxando a cueca para baixo, nervosa, com as mãos trêmulas.
— Não vou parar.
Filmando tudo, ele começou a se tocar com provocação, passando o m****o duro na boca e no rosto dela.
— Não vai? Tem certeza?
Completamente submissa, ela começou a tocá-lo, mast.urbando.
— Tenho!
Começou a chupar devagar, lambendo, espalhando a saliva, olhando para a câmera. Logo perguntou, tocando-o:
— Está bom assim?
— Eu chupo do jeito que você gosta?
Voltou a chupar e puxou a mão dele até atrás de sua cabeça. Ele estava extremamente exci.tado, enfiou a mão no meio do cabelo dela, foi aumentando a intensidade, fazendo-a ir e voltar, praticamente começou a meter na boca dela, quase a engasgando, dizendo que ela era a melhor, perfeita.
A afastou puxando pelo cabelo, go.zou em seu rosto, pescoço e se.ios. Ainda filmando, pediu para ela se deitar. Já incomodada, constrangida, ela foi se deitando, se cobrindo com as mãos, ele puxou, não deixando esconder.
— Você é perfeita.
Deu o celular para ela.
— É a sua vez agora.
Se enfiou no meio de suas pernas, começou a chupar, a tocando, sem se importar em mostrar o rosto, ainda olhou para cima rindo várias vezes.
Ela estava impaciente, ainda que gostando, não se excit.ou tanto. Ele percebeu a mudança de comportamento, parou de chupar e tirou o celular dela, jogando na cama.
— Vou cuidar de você! — Ele disse.
A pegou pela mão, foi indo para o banheiro. Ela entrou no chuveiro na frente, de costas para ele, começou a lavar o rosto e o cabelo. Ele entrou no box junto, começou a acariciar o corpo dela, tirando as ceras da vela. Ambos ficaram em completo silêncio. Ela se virou de lado, o evitando sutilmente.
— Pode deixar que eu tiro sozinha.