Capítulo 37

1323 Words
De olhos fechados, ela disse que ia parar de ouvir em instantes, porque ia dormir. Ele silenciou, pensativo, parou de acariciá-la. Ficou olhando, a admirando, pensando no quanto tudo parecia surreal, o modo como ela chegou e o tocou, como se realmente fosse a pessoa perfeita para dividir a vida. Ela cochilou um pouco, ele estava a encarando com um sorriso bobo, começou a pensar nas coisas que queria fazer com ela. Nilufer logo abriu os olhos e sorriu. — Desistiu de falar? O que quer me contar? Tomou o resto da taça, se aproximou para dar a ele. — Quero mais, posso ficar bem diferente bêbada. Foi se aproximando e sentou de frente no colo dele, o abraçou. Ele encheu a taça e devolveu. — Diferente como? Se tem um lado r**m, me mostre logo. Ela tomou um gole grande, se virou de costas sentada no colo dele. — Vai ter que descobrir, você me acha atrevida? — Sabe, pode não acreditar, mas a culpa é toda sua. — Não costumo me soltar assim com outros. Ele estava massageando as costas dela, disse que também não costumava agir daquela forma com outras, perguntou se ela queria realmente saber o porquê, entendê-lo melhor. Ela não levou a sério, começou a rir, sentindo-o e******o, duro, roçando seu bum.bum. — Como você trata as outras? Ele desceu com a massagem, indo do ombro aos se.ios, começou a apertá-los. — Sem carinho ou afeto, cada um tem de mim, o que merece. — Você tem despertado o melhor de mim, não faz ideia do quanto eu gosto disso, em nós. A puxou para o sentir melhor, começou a mast.urbá-la sutilmente, abraçado por trás. — Quando chegar a hora, seremos um só, de uma maneira que ninguém vai entender, se não viveu algo igual. — Sempre achei que amar machuca. Se movendo, rebolando lentamente, o provocando, ela se inclinou para trás, querendo beijá-lo. — E vai me machucar? Com o seu amor? Ele a beijou, mordeu a boca com provocação, a tocando cada vez mais intenso. — Só se você deixar, gosto de coisas intensas, meio diferentes do comum. — Não quero te assustar com meus segredos. Fet.iches. Ela estava ge.mendo, se movendo inquieta, foi saindo da água. — E não vai. Vamos entrar? Pegou a garrafa de vinho e entrou bebendo no gargalo. — O que tanto esconde, Rick? Encostou na mesa da cozinha com um sorriso m*****o. — Prefere falar ou mostrar? Ele se aproximou, enfeitiçado, sabendo que não iria aguentar segurar mais nada a olhando tão entregue. — Mostrar! — Ele respondeu. Se aproximou, a colocando sentada em cima da mesa, de pernas abertas, se enfiou no meio, a puxando pelo cabelo para beijar, sedento por ela. Começou a beijar seu corpo todo, a enchendo de chupões e mordidas, a colocou deitada na mesa como um frango assado em exibição, tirou a regata, deixando-a só de calcinha, puxou seus braços, juntando-os para cima. — Se não gostar, eu paro. Foi pegando algo na gaveta ao lado. Ela estava cada vez mais ansiosa, sorriu, confiando completamente nele. — Não vou pedir! Ele amarrou suas mãos juntas com uma abraçadeira de plástico, “enforca-gatos”, a deixou de braços levantados, foi mexendo nas gavetas atrás dela. — Vai doer. Você pode não gostar! Acendeu o fogão, ela não podia vê-lo, respondeu ofegante, apreensiva. — Tudo bem, confio em você. Ele se aproximou por trás, a beijou de cabeça para baixo. — Não deveria, talvez eu não seja digno de tamanha gentileza. Ela o beijou, sorriu, acariciando seu rosto como dava. — É, talvez não. Mas eu quero tentar! Ele sorriu com maldade, provocando, ameaçando beijá-la, se afastando várias vezes. Pingou cera de vela derretida em sua barriga. Quando ela sentiu queimar, se assustou, gem.eu surpresa. — Aiiii… Novamente ele pingou, a olhando nos olhos. — Não precisa suportar nada disso, Nilufer. Ela sorriu e o beijou ardentemente. A cada nova sensação de dor e prazer, ge.mia, perdendo o fôlego. Ele havia pingado nos seus se.ios, barriga, ombros e braços. Se afastou, indo para baixo, dando a volta na mesa. — Quer parar, tartaruga? Ela disse que não, ansiosa pelo que mais estaria por vir. Sentiu-o acariciando seus pés, levantou a cabeça para olhar. — E agora? O que quer fazer comigo? Enchendo-a de beijos nos pés e pernas, ele foi subindo até a coxa. — Te namorar é um bom começo. Tirou a calcinha, deixando-a nu.a, pegou-a no colo como um saco de batatas, a colocou de bruços no ombro. — Ainda pode desistir. Subiu para o quarto, a enchendo de apertões nas pernas e no bu.mbum. Ela se calou, foi ficando com a respiração ofegante. Ele a jogou na cama com um sorriso lascivo. — Quer que eu a solte? Ela se sentou, esticando os braços. — Se quiser, é você quem toma as decisões aqui. Ele se aproximou, acariciando seu rosto, mexeu na mala com a outra mão. — Vou te dar duas opções: ter as mãos livres e os olhos cobertos. Colocou o dedo na boca dela para chupar. — Ou as mãos continuam assim e poderá assistir a tudo. Ela chupou, fazendo pressão com a língua, deu os pulsos para ele. — Pode soltar. Ele havia pego uma tesourinha na nécessaire, foi cortando as abraçadeiras. — Está curiosa? Ansiosa? Ela se aproximou de joelhos na cama, foi puxando o short dele para baixo. — Os dois. Ele ficou de cueca, foi apagar a luz. — Tenho uma coisa pra você, quero que coloque. Pegou na mala uma máscara que cobria os olhos, deu nas mãos dela. — Adorei o que fez mais cedo com essa boca deliciosa. — Quero mais e te filmar fazendo, posso? Ela já não estava gostando tanto, foi ficando tensa, colocou a máscara. — Filmar? Pra quê? Ele pegou o celular, se aproximou da cama em pé, filmando-a. — É para não me esquecer do quanto você é boa. — Por favor, pode apagar depois. A segurou pelo cabelo um pouco forte. — Não quer mais ser minha? — Acha que chegou a hora de parar? Ela foi puxando a cueca para baixo, nervosa, com as mãos trêmulas. — Não vou parar. Filmando tudo, ele começou a se tocar com provocação, passando o m****o duro na boca e no rosto dela. — Não vai? Tem certeza? Completamente submissa, ela começou a tocá-lo, mast.urbando. — Tenho! Começou a chupar devagar, lambendo, espalhando a saliva, olhando para a câmera. Logo perguntou, tocando-o: — Está bom assim? — Eu chupo do jeito que você gosta? Voltou a chupar e puxou a mão dele até atrás de sua cabeça. Ele estava extremamente exci.tado, enfiou a mão no meio do cabelo dela, foi aumentando a intensidade, fazendo-a ir e voltar, praticamente começou a meter na boca dela, quase a engasgando, dizendo que ela era a melhor, perfeita. A afastou puxando pelo cabelo, go.zou em seu rosto, pescoço e se.ios. Ainda filmando, pediu para ela se deitar. Já incomodada, constrangida, ela foi se deitando, se cobrindo com as mãos, ele puxou, não deixando esconder. — Você é perfeita. Deu o celular para ela. — É a sua vez agora. Se enfiou no meio de suas pernas, começou a chupar, a tocando, sem se importar em mostrar o rosto, ainda olhou para cima rindo várias vezes. Ela estava impaciente, ainda que gostando, não se excit.ou tanto. Ele percebeu a mudança de comportamento, parou de chupar e tirou o celular dela, jogando na cama. — Vou cuidar de você! — Ele disse. A pegou pela mão, foi indo para o banheiro. Ela entrou no chuveiro na frente, de costas para ele, começou a lavar o rosto e o cabelo. Ele entrou no box junto, começou a acariciar o corpo dela, tirando as ceras da vela. Ambos ficaram em completo silêncio. Ela se virou de lado, o evitando sutilmente. — Pode deixar que eu tiro sozinha.
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