LUÍZA Na manhã seguinte, acordei com alguém batendo na porta. Ainda meio grogue, coloquei o robe e fui atender. Era uma moça de uns 19 anos, com um sorriso largo e uma energia que parecia iluminar o lugar. Ela se apresentou como Carolina, disse que era minha vizinha e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, já estava entrando no barraco como se fosse a coisa mais normal do mundo. Carolina era daquelas pessoas que criam i********e do nada. Ela usava um short que m*l cobria metade da b***a e um cropped decotado que deixava pouco para a imaginação. Era o tipo de garota que chamava atenção por onde passava, e ela sabia disso. Ela trouxe uma garrafa de café e disse que a avó dela tinha mandado. — Minha vó é aquela senhora que te indicou o barraco — ela explicou, sentando na minha cama

