Malu Ao abrir meus olhos, sinto minha cabeça latejar, como se fosse explodir a qualquer momento, por isso faço uma careta e ponho a mão nela. Quando faço isso, olho para o lado e esbugalho os olhos ao me deparar com o Pardal, ele está de bruços, com os braços esticados acima da cabeça e, como o lençol me dá a visão quase perfeita de sua bundä redondinha, presumo que ele está nu, o que faz com que lembranças da noite anterior venham a tona. — Droga! — murmuro bem baixinho. Vejo-o se mexer um pouco, por isso coloco a mão na boca para não acordá-lo. Ele apenas muda de posição, virando de frente para mim, mas permanece de olhos fechados, o que me faz suspirar aliviada. Olho ao redor, procurando por minha bolsa, onde está o meu celular, porém, não encontro, então decido levantar. O faço bem

