Aaron Wayne Chicago nunca parecia tão grande. Ou talvez fosse o modo como os arranha-céus se erguem, impassíveis e imponentes, enquanto eu estava parado ali, no carro, com Zoey ao meu lado. O sol estava nascendo, lançando uma luz suave sobre os prédios e criando sombras dramáticas nas ruas movimentadas. Ela estava vestida de maneira simples, mas o brilho nos olhos dela deixava qualquer roupa comum parecer um desfile de moda. Hoje, ela começaria seu primeiro trabalho como curadora em uma galeria de arte local, a maior oportunidade que ela já tivera. Depois de meses se recuperando da cirurgia no coração, ela parecia ter ressurgido com uma energia renovada. Eu sabia que o processo de recuperação foi difícil para ela, mas ao mesmo tempo, ela aguentou firme. Não podia dizer o mesmo de mim.

