_ Quer correr? Ele tinha um riso divertido na voz. Ela sorriu para ele, era infantilidade dela pensar por um momento que gritaria de dor nos braços dele, ela sempre gritava pedindo por mais. Pedro colocou o garanhão na baía. Deu uns tapinhas no cavalo, enquanto olhava para Potira. Pedro abriu a calça, abaixou a boxer que usava e a se alisou, era uma provocação para ela. A viu lamber os lábios, mas Potira negou com a cabeça. Desceu do banco e correu para casa, se a tivesse ali seria desconfortável, porque hoje queria se sentir apertado em cada um dos m£mbros. A deixou ganhar vantagem. A encontrou na cozinha , a puxou para um beijo demorado e firme, os dedos no rosto dela eram firmes também, muito longe dos dedos de pluma dos poucos garotos que beijou antes dele se aproximar e

