Nayra Miller
Sim, eu sai escondido do castelo. Sim, eu estou andando em uma mata que não conheço. Sim, estou sentindo calafrios pelo meu corpo. Sim, a essa hora, todos já estão notando minha falta. E sim, eu continuo andando sem rumo.
Avia acordado bem cedo hoje, para conseguir sair um pouco sem aquela multidão. Estava estranhado tal atenção, primeiro que todos que moravam no vilarejo dentro do rei perguntava " você é nayra Miller? É você a dama de honra? Como é o príncipe de perto?:. Estava cansada de perguntas atrás de perguntas, também acho que não faz m*l sair um pouco, sozinha... né?
Chego em uma área plana, como se fosse uma arena no meio da floresta. Não avia nenhuma árvore no meio dela, totalmente limpa com a grama bem verde. Ando por ela, meu corpo inteiro se arrepia quando sinto uma pequena brisa passar pelo meu corpo. Olho para trás, mas não avia ninguém, logo, mais um vento passa, olho novamente e nada.
- vocês mortais são engraçados!- escuto uma voz masculina.
Fico olhando em volta, não acho a voz que está falando, como se quisesse brincar de esconde esconde.
- são fracos, não tem força contra nos e ainda se arriscam a entrar em nosso território?- perguntou a voz.
- quem é você? Onde está?- pergunto gritando.
- Aqui!- escuto uma voz atrás de mim.
Me viro e vejo um homem bem ali, a alguns metros longe de mim. Tinha cabelos longos e negros, olhos vermelhos, uma pele muito pálida e seus sorriso mostrava seus dentes super afiados.
Vampiro!
- o que faz aqui, bela jovem?- perguntou andando devagar na minha direção.
A cada um passo dele é dois meus para trás.
- estava apenas andando! Já estou indo embora!- falo e me viro.
Quando ia correr, ele aparece bem a minha frente bloqueando meu caminho. Ele era tão rápido que nem percebi quando correu.
- mais Já? uma jovem tão bonita! As mais bonitas são as mãos deliciosas!- fala e passa a mão em meus cabelos.
- não encosta em mim!- falo meio baixo, com medo.
- consigo escutar seu coração acelerado! Bombando mais sangue para suas veias!- fala ele.
Tira o cabelo do meu ombro, toca no meu pescoço e passa o dedo pela veia que tinha ali, me fazendo arrepiar de medo.
- por favor, me deixe ir!- peço.
- se fosse em outra ocasião, Eu até te deixaria ir! Mais você atrapalhou minha caçada e eu tô com fome!- fala e suas presas cresceram mais ainda.
Me viro rapidamente e começo a correr, o escuto rir, como se estivesse zombando da minha cara. Logo sinto meu corpo voar e cair no chão, perto da saída, ia me arrastar mais logo sou arrastada para longe.
- não tão cedo, refeição!- fala ele.
O mesmo tenta me segurar, sinto meus dedos formigarem. Lembro do poder de henry, me concentro e uso o vento para joga-lo para longe.
- tem poderes? Que bom, seu sangue é dez vezes mais poderoso!- fala vindo até mim.
Antes de me alcançar, alguém se jogar no mesmo, assim fazendo os dois rolar pelo chão. Um garoto de cabelos brancos longos se levanta, ele me olha.
Como o vampiro, seus olhos eram vermelhos e uma pele bem pálida.
- ele te machucou?- perguntou o mesmo.
- não!- falo.
- i*****l!- o vampiro que queria me ataca fala.
Ele vai pra cima do homem de cabelos brancos, mais o mesmo, parecendo ser mais forte que ele. O joga novamente para longe.
- suma daqui! Vai procurar outra coisa para se alimentar!- fala o de branco.
O vampiro se levanta do chão, me olha e depois olha para ele.
- você me paga!- fala.
- sabe que eu te mato em um piscar de olhos! SAIA!- grita.
O vampiro com uma expressão irritada, se vira e some mais rápido que a luz. O homem de cabelos brancos de aproxima de mim.
- me desculpe! Mesmo tentando colocar ordem, eles são imprevisíveis!- fala ele.
- tudo bem!- falo.
- me chamo Christopher! Sou o príncipe dos vampiros!- fala e estende a mão.
- olá vossa alteza, Me chamo nayra Miller! Sou dama de honra da princesa veronica!- falo apertando sua mão.
- sem cortesias! Me chame apenas de Christopher! É perigoso andar por ai sozinha, especialmente você que tem um cheio tão poderoso!- fala ele.
- como assim?- pergunto.
- vampiros são caçadores naturais, nosso olfato, agilidade e visão são pontos essenciais da caça! Assim, aprendemos a identificar seres mágicos, não mágicos e deuses!- fala ele.
- meu cheiro é mágico?- pergunto.
Começo a reconhecer o caminho que levava ao castelo.
- bom, você tem um cheiro peculiar! Tem mágica, mais também parece uma deusa! Sua mãe tem alguma linhagem?- perguntou ele.
- a mulher que eu achava que era minha mãe, não tem poderes!- falo.
Paramos quando vimos a entrada um pouco a frente.
- entendo! Meus pais morreram na guerra pela magia! Comecei q liderar muito jovem, mais ainda não tenho minha coroa de rei!- ele explica.
- pela sua bondade, acredito que seja um rei muito bom com seu povo!- falo sorrindo.
- tento ser!- fala e sorri.
Um vento forte aparece, fazendo Christopher ser arremessado contra a árvore. Meus olhos se arregalam, henry aparece no meu cabelo de visão e começa a enforcar o vampiro com o vento. Vejo uma parte de seu pescoço rasgando.
- henry para!- peço indo até ele.
- ele te sequestrou! É um vampiro, nayra!- fala ele irritado.
- não, não você entendeu errado! Ele é o príncipe dos vampiros, ele me ajudou! Um vampiro tentou me atacar e ele me protegeu!- falo rapidamente.
Henry o solta e eu corro para o lado de Christopher.
- você está bem?- pergunto o ajudando a levantar.
Vejo o r***o em seu pescoço se curar em um piscar de olhos.
- estamos quites agora!- fala com um sorriso humorístico.
Henry se aproxima ainda com uma expressão fechada.
- sou henry, príncipe do reino wallace!- fala com um ar superior.
- seu Christopher! Príncipe do reino vampirico!- fala.
- obrigada por ajudar ela! Peço com toda educação agora, que se retire do meu reino!- fala henry.
Fiquei brava. Christopher me ajudou, fez questão de me acompanhar para manter minha segurança e henry age assim com ele.
- tudo bem! Foi um prazer, nayra! Meu reino está disponível a você quando quiser visitar! Meus vampiros não tocaram um dedo em você!- fala ele.
- obrigada!- falo sorrindo.
Ele pega minha mão e deposita um beijo no mesmo. Dou um sorriso e ele some em um piscar de olhos.
Henry pega meu braço e me puxa para dentro.