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4007 Words
Hwang Calleo sentia o frio percorrer por sua espinha. No momento em que pode ouvir o som ritmado da água do chuveiro sendo quebrado pelo corpo do namorado, teve a certeza que poderia até mesmo desmaiar de nervosismo. ㅡ Eu vou f********o. ㅡ comentou baixo, se olhando no espelho. ㅡ É só sexo. Só… não, é amor! ㅡ sorriu, se percebendo ainda mais ansioso. ㅡ meu Deus, eu vou fazer amor! Seus olhos estavam arregalados. Se lembrava do momento em que Minjae havia feito sexo oral em si e quase morreu apenas com aquilo, o que seria de si depois daquela noite? ㅡ Espera… será que eu que vou dar ou… ㅡ e seus olhos voltaram outra vez para o espelho. ㅡ meu Deus, e agora? O Hwang tinha vontade de bater na porta do banheiro, encarar o namorado e perguntar como aquilo aconteceria de fato, mas no segundo em que a porta do banheiro se abriu e seus olhos se cruzaram com o do Han que tinha os cabelos escorridos e molhados sobre a testa, seu coração quase parou e sua pressão quase se tornou nula. Minjae o observou com cautela. ㅡ Está nervoso, não é? ㅡ se aproximou do Hwang quando o viu assentir sem protestos. Sorriu, o abraçando quando percebeu que Calleo já havia vestido uma cueca. ㅡ não precisa rolar se não quiser, amor. ㅡ Mas… e se eu quiser? ㅡ perguntou, ainda mais nervoso. Segurou as bochechas gordas de Minjae entre os dedos longos, ofegando quando seus olhos vagaram pelo rosto natural tão bonito. ㅡ eu só tô muito, muito, muito nervoso. Minjae riu ao ouvir a confissão. Seus dedos tocaram o rosto do amado, acariciando a derme quentinha, antes de se aproximar e selar os lábios tão doces. ㅡ Vem cá. ㅡ o chamou, buscando a mão do Hwang. Calleo se sentou na beirada da cama quando Minjae o pediu e observou o Han quando se afastou, apagando o único interruptor do cômodo. Minjae, por mais que sentisse seu próprio estômago revirar, em prol de seu próprio nervosismo, apagou a luz. Olhou para onde Calleo estava, apenas notando seu vislumbre entre a escuridão. Sorriu, estava tão animado. Se aproximando, parou em frente com o namorado. Buscou as mãos longas de Calleo e as colocou sobre sua cintura, sentindo os dedos do Hwang se afundarem com pressa em sua carne. ㅡ Eu posso… te beijar, e… ㅡ Minjae se aproximou, rindo ao se encaixar melhor entre as pernas nuas e pálidas de Calleo. ㅡ e posso te chupar outra vez. ㅡ Minie, eu… ㅡ Calleo suspirou, o puxando de uma vez para sobre seu colo. Minjae sorriu, enlaçando os braços sobre os ombros largos do namorado. Sentindo sua dureza bem abaixo de si. ㅡ eu quero fazer isso também, quero muito. ㅡ Me chupar? O Hwang assentiu. Agradecia a vaga escuridão lhe ajudar a confessar aquilo. Gostava de ter a i********e que rapidamente obteve com Minjae, mas falar algo como aquilo olhando nos olhos do Han ainda era impossível sem ficar como um tomate, completamente vermelho de vergonha. ㅡ Você pode me ensinar? ㅡ Calleo perguntou, sentindo o coração acelerar. ㅡ Claro que eu posso, bebê. Minjae se ergueu, retirando a toalha que tinha presa sobre a cintura e se arrastou até estar deitado no centro da cama. ㅡ Vem aqui. ㅡ chamou pelo outro. Calleo precisou respirar fundo mais uma vez. Se inclinou sobre o outro, rastejando como uma cobra. Sorriu ao sentir seu p*u bater contra o de Minjae e ofegou. Adorava as sensações que o outro lhe causava. ㅡ Como eu faço? ㅡ perguntou baixo, sentindo a respiração de Minjae bater contra a sua. ㅡ Primeiro, me beija. ㅡ o outro pediu, roçando os lábios fartos sobre o do outro. ㅡ e depois, só vai descendo… Calleo assentiu, mesmo que nem precisasse de uma confirmação. Seus lábios alcançaram o do outro com sede, os beijos já eram algo que ambos sabiam bem como dar juntos. Logo estavam abarrotando as línguas, suspirando a cada toque que seus corpos davam em súplicas mudas. Calleo mordeu o lábio inferior de Minjae quando teve seus cabelos longos entrelaçados aos dedos menores do namorado. Suspirou, sentindo Minjae ondular o corpo de modo proposital para lhe atiçar, e assim, desviou a boca, descendo por cada parte do corpo tão bem desenhado. Alcançou os m*****s do Han e os abocanhou sem demora. Sempre intercalava de um a outro, mordendo no fim de cada chupada. Minjae começava a deixar seus gemidos baixos no ar, e aquilo era o suficiente para queimar sobre Calleo. Sua boca desviou, descendo ainda mais. Seu nervosismo voltava a cada centímetro que se aproximava da ereção do outro, mas não lhe dava impulso necessário para desistir. Parando de frente com o p*u de Minjae, Calleo ofegou, sentindo sua boca salivar. Seus olhos desviaram para o rosto do Han quando o percebeu lhe olhando, e deixou um sorriso no ar, mesmo que Minjae não pudesse lhe perceber com clareza. ㅡ O que eu faço, hyung? ㅡ perguntou baixo. Minjae se apoiou sobre os cotovelos, o olhando dali. ㅡ Toque-o. ㅡ pediu usando o mesmo tom. Calleo outra vez suspirou, fechando os olhos ao sentir seus pelos eriçarem. Seu nariz passeou sobre a i********e do outro, sedento, mas foram seus dedos que o capturaram com ânsia. O gemido baixo e proposital que Minjae deixou escapar lhe fez rir. Calleo pensou se já poderia o colocar na boca, ansiava por tal toque, mas era tão simples assim? ㅡ Não tenha medo, Calleonie… só cuidado com os dentes, amor. Minjae riu ao ver apenas a silhueta da cabeça do Han, balançando positivamente. No segundo seguinte, sua boca se abriu em surpresa, o fazendo querer revirar os olhos ao sentir a temperatura bucal do outro bem ali, em seu c*****o. Calleo tentou colocar todo o p*u de Minjae na boca, mas era impossível para alguém tão sem experiência. Assim, ainda o segurando, deixou que sua língua fizesse parte do trabalho no início. Segurou o c*****o de Minjae com mais firmeza, movimentando os dedos de forma em como gostava que Minjae fizesse consigo. Pincelou a língua sobre a glande do Han, rodeando toda a circunferência molhada. Sentiu mais uma vez os seus cabelos serem presos e o movimento leve que o outro fez com o quadril, adentrando sua boca por conta própria, mas ainda cuidadoso o suficiente para não lhe fazer engasgar. Calleo gostou daquilo. Voltou a chupar o p*u de Minjae com mais facilidade, sempre tomando cuidado com os dentes, brincando quando o Han sempre estocava fraco em sua boca. ㅡ Se continuarmos assim, eu vou gozar muito rápido, bebê. ㅡ o Han sussurrou. ㅡ Estou fazendo certo? ㅡ Perguntou, sentindo o fio de saliva que ligava seus lábios ao c*****o lustroso que tinha sobre os dedos. ㅡ Está uma delícia, bebê. ㅡ Então eu vou continuar. ㅡ ditou aquilo contente, voltando a chupar o p*u de Minjae sem sequer avisar, pegando de surpresa com o toque intenso. Um gemido um pouco mais alto escapou pela garganta de Minjae, o fazendo rir baixo no segundo seguinte. Calleo, que ainda se sentia um pouco mais ébrio a cada vez que ouvia aqueles sons, levou as mãos até o quadril do namorado, segurando firme bem ali, quando sua boca se manteve firme em movimentos ritmados e ligeiros. ㅡ Bebê… amor… A cada vez que sentia o desespero de Minjae aumentar, era como se um mar de desejo lhe preenchesse. Sentiu Minjae apertar os dedos com força em seus cabelos e estocar um pouco mais firme. Sua garganta foi tocada, o que o fez sentir os olhos arderem. Cuspiu o acúmulo de saliva em suas bochechas, sorrindo quando Minjae lhe largou completamente ofegante, e ainda mantendo a mão sobre o c*****o todo babado, se ergueu, buscando a boca do outro para matar sua própria vontade. Minjae ofegou, abarrotando a língua do outro com pressa, enquanto suas mãos empurravam o tecido da cueca em que Calleo usava para baixo. Se atrapalharam quanto aquilo. Calleo ria completamente bobo enquanto o ajudava a retirar aquilo de si, mas ofegou completamente quando Minjae foi rápido em o segurar entre os dedos e o massagear no mesmo desespero quase antes era chupado. Calleo gemeu baixo, apoiando as mãos na lateral do corpo do namorado e olhou para seu p*u. Estocou inconscientemente, o que fazia Minjae completamente satisfeito. ㅡ Eu quero tanto sentar em você, Calleonie… ㅡ o Han sussurrou, outra vez de propósito, o vendo fechar os olhos. ㅡ quero te sentir gozar dentro de mim. ㅡ Minie… eu- eu também quero. Minjae buscou seu próprio p*u, unindo ao do outro quando os masturbou juntos. Ambos gemeram, desesperados por prazer. As bocas voltaram a se tocar, o beijo sem ritmo e cheio de prazer era o que fazia os sons se espalharem por todo lugar. Com um movimento rápido, largando os paus, Minjae virou Calleo, o jogando sobre o colchão. Os cabelos do Hwang se espalharam, o tornando ainda mais bagunçado. Naquela altura, as silhuetas eram mais evidentes. Minjae se sentou sobre as coxas do namorado e deixou que suas mãos passeassem pela barriga pouco definida do maior, alcançando seus m*****s, brincando com os botões. Os paus ainda se tocavam, por isso Minjae continuava a mexer os quadris. Sua boca alcançou a barriga de Calleo, deixando beijos soltos por ali, mas se tornava cada vez mais difícil de manter um ritmo, já que seu próprio prazer ansiava para explodir. ㅡ Calleonie ㅡ chamou, voltando a se erguer. Tocou a mão do namorado e levou até os paus, a fechando em ambos ainda unidos. ㅡ segura firme, eu quero fazer uma coisa. ㅡ Hyung… eu já tô sentindo aquela sensação. Minjae riu, se deitando brevemente sobre o corpo do namorado apenas para o beijar na boca. ㅡ Você quer gozar? ㅡ Eu quero muito… ㅡ Então vamos fazer isso juntos. Voltando a sentar sobre as coxas do namorado, Minjae sentiu a firmeza do toque certeiro de Calleo. Seu quadril iniciou movimentos leves de ir e vir, mas era impossível se manter com tanta calma quando os corpos estavam incendiados. Ouviu os gemidos de Calleo se tornarem um pouco mais altos, enquanto os seus pareciam miados baixos. Seu p*u deslizava com maestria sobre o do outro. As diferenças sutis fazia Minjae salivar. As glandes sempre se esbarravam, causando um atrito duradouro e atiçador. Quando Minjae sentiu seu estômago revirar, sentiu em simultâneo os dedos de Calleo largarem os paus e se afundarem em sua cintura, fazendo os movimentos se tornarem ainda mais brutos, mesmo que agora os toques fossem mais dispersos. Com um gemido agudo, mas ainda baixo, Minjae foi quem explodiu primeiro. O corpo de Calleo arrepiou ao sentir o líquido esbranquiçado e quente lhe tocar sobre a barriga e tomou aquilo como o estopim para se libertar em seus próprios desejos, gozando tão forte, que seu gemido gutural com certeza havia sido ouvido por Yejun no quarto um tanto distante daquele. O som fez Minjae sorrir completamente satisfeito. Estava ofegante, tão quanto o outro, por tanto tombou para o lado, ouvindo a respiração alta de Calleo. ㅡ Nós… terminamos? ㅡ o Hwang perguntou, se virando para o outro. ㅡ Você quer namorar mais? ㅡ o outro riu, também se virando. Seus dedos tocaram a face de Calleo mais uma vez, o fazendo suspirar. ㅡ Quero muito, hyung. Eu… quero fazer amor com você. ㅡ Hoje? ㅡ Hoje. ㅡ assentiu, o fazendo rir. Minjae assentiu, partindo para beijar os lábios de Calleo sem tanta pressa. Os corpos cujos não importavam tanto quanto só queriam se amar. O toque lento, fazia ambos suspirarem com deleite. Minjae, vagarosamente, se ergueu sobre o Hwang outra vez. Naquele momento, não estava sobre as coxas de Calleo como antes, apenas sobre seu peito. Seus beijos pequenos, perdidos, desciam sempre pelo queixo do Hwang, o fazendo suspirar, e retornava pelos lábios, causando arrepios inevitáveis em Calleo. ㅡ Você… quer mesmo continuar? ㅡ Porque está perguntando agora? Eu quero, hyung. Quero muito. Minjae riu, acariciando os cabelos longos e bagunçados de Calleo. ㅡ Eu só quero que seja perfeito, amor. É a sua primeira vez. A nossa primeira vez. ㅡ E vai ser perfeito. Vai ser porque é com você. Minjae suspirou, completamente rendido. Nunca teve tanta preocupação com sexo antes, nunca teve preocupação além do seu próprio prazer, pois tinha a certeza que fazia bem o suficiente para que nenhum dos parceiros que já havia tido, sairia insatisfeito. Mas era Calleo ali. Seu doce e virgem, Calleo… era diferente. ㅡ Me deixa só colocar uma música. ㅡ Calleo pediu, se esgueirando até buscar seu celular. Minjae aproveitou o momento para buscar por camisinha e lubrificante na gaveta de Calleo. Se surpreendeu ao encontrar com facilidade. Será que o mais novo já presumia fazer aquilo também? Os buscou, deixando sobre o móvel e voltou para o lado de Calleo, ouvindo o som baixo de um r&b qualquer. Voltaram a se aproximar, ainda com beijos calmos, mas às mãos pareciam criar seus próprios caminhos, o que levou Calleo a voltar a segurar firmemente a cintura pequena de Minjae, o levando de volta para si. ㅡ Você que vai…? ㅡ o mais novo interrompeu o beijo com a pergunta, se sentindo queimar em vergonha. Mas Minjae estava tranquilo quanto aquilo. ㅡ Você quer que eu fique por cima? ㅡ Você… d-disse que queria sentir aquelas… coisas… ㅡ Eu quero. ㅡ ditou calmo, se arrumando no colo do outro. ㅡ mas eu também quero muitas coisas além. Se você quiser, a gente muda e hoje você perde a virgindade do- ㅡ Acho que não. ㅡ Calleo interrompeu o outro, o fazendo rir pela pressa. ㅡ eu não sei se estou pronto, hyung… ㅡ Tudo bem, então eu faço isso. ㅡ Mesmo? ㅡ Uhum, é gostoso. ㅡ Mas… não dói muito? ㅡ Doer vai doer sempre, bebê, mas não vai doer muito porque vamos devagar no começo, tudo bem? ㅡ Tudo bem. O que… eu… hm, preciso fazer? Minjae precisou rir mais um pouco. ㅡ Como você é fofo. ㅡ ditou, beijando brevemente o outro. ㅡ primeiro de tudo, deixa rolar, tá bem? Não tem regra pra isso, é sexo. ㅡ É amor. ㅡ Calleo sussurrou, sorrindo contra a boca do outro. ㅡ vamos fazer amor. Minjae sorriu, assentindo. Voltou a beijar a boca de Calleo, mas sem tanto cuidado naquela vez. Sabia que bastava pouco para que ambos os corpos entrassem em combustão, e foi isso que fez, se arrastou mais para frente, tocando sua b***a desnuda ainda sobre o c*****o lambuzado, ofegando com o toque úmido que logo o despertou também. As mãos de Calleo ainda se mantinham firmes, era seu nervosismo ali. Porém, era tanto, que ele temia machucar Minjae com algum descontrole. Sentiu quando sua ereção voltou, estava tão duro que doía. Minjae parecia brincar com aquilo, sua b***a o acomodava bem. ㅡ Eu queria muito te chupar. ㅡ o Han sussurrou. ㅡ muito mesmo, mas estou louco para sentar no seu c****e. ㅡ Hyung, você falando assim me deixa todo… ㅡ Tudo o quê? ㅡ Minjae sorriu, se arrastando ainda mais com a b***a sobre o outro. ㅡ você quer a minha boca ou a minha b***a, Calleonie? Calleo precisou respirar fundo, afundando os dedos um pouco mais em Minjae. O Han jogou a cabeça sutilmente para trás, gemendo ao sentir aquela pressão, e pulsou sobre o p*u do outro, lhe causando ainda mais embaraços. ㅡ Eu quero tudo, hyung, eu tô doidinho por você. ㅡ O Hwang respondeu, gemendo entre as palavras. Minjae apenas riu, lhe beijando uma última vez nos lábios antes de descer. Calleo estava atordoado, por tanto não prendeu o gemido mais alto que lhe escapou no instante que Minjae lhe tocou com a boca. Seus dedos buscaram o lençol bagunçado da cama e se apertaram lá. Suas pernas dobraram, o que fez Minjae perceber como ainda estava sensível. O Han, com sua experiência, lambuzou toda a glande de Calleo, usando sua língua para rodear Calleo e se afundar em sua f***a, o ouvindo gemer ainda mais ao o sentir voltar a abocanhar. Minjae se empenhou a deixar todo o c*****o ainda mais lustroso, adorava ouvir os sons que Calleo exalava em seu particular desespero. O sentiu apertar os dedos aos seus cabelos, sem usar de muita força. Seus lábios fartos, grossos, faziam uma pressão quase avassaladora para o mais novo. Era, com certeza, o melhor boquete da vida de Calleo. Largou o p*u, deixando um rastro de saliva escapar, o que sujou seu queixo. Minjae se ergueu, o limpando com o dorso da mão e buscou a camisinha, a abrindo sob o olhar atento de Calleo. ㅡ Você quer colocar? ㅡ perguntou, baixo. ㅡ Eu… ㅡ Você não sabe? ㅡ É claro que eu sei, hyung, eu só… tenho vergonha, porque… e se eu demorar? ㅡ Bebê… ㅡ Minjae desceu um pouco mais. ㅡ não há segredos. Você encaixa assim, e com a outra mão desce o látex. Calleo poderia sentir vergonha pelo outro está lhe ensinando a fazer aquilo com tanta calma, tanta desenvoltura, mas seu p*u ainda estava ali, Minjae ainda o tocava e suas sensações não paravam de se tornarem mais intensas, então, pensando em focar sua mente em como colocar o preservativo com mais rapidez apenas numa outra vez, ele buscou o lubrificante, entregando-o a Minjae. ㅡ Eu… você quer que eu coloque em… você? ㅡ perguntou, ainda mais tímido. Minjae assentiu, entregando-lhe o frasco e virou-se, sem pudor algum. Com um leve engasgo, ainda sob a pouca luz, Calleo quase sentiu seu coração saltar para fora quando percebeu a b***a de Minjae erguida para si, dando-lhe completa liberdade para fazer o que quisesse. Com cautela ㅡ e ainda sem jeito ㅡ Calleo se aproximou, tocando a carne farta e macia. Retirou a tampa do lubrificante e ergueu-o, engolindo em seco quando o líquido escorreu por entre as bandas da b***a de Minjae e molhou-o bem no centro de sua entrada que ainda pulsava. ㅡ Você pode espalhar com o dedo, bebê. ㅡ o mais velho falou, provocativo, louco para que Calleo perdesse um pouco de sua timidez e lhe fodesse com os dedos longos que tinha. E assim, instigado pelo outro e por sua própria vontade, Calleo tocou Minjae com o indicador, sentindo sua região deslizar com o lubrificante, mas pulsar ainda mais, quando o Han gemeu baixinho e arrastado. Seu dedo se forçou um pouco. Apenas o suficiente para que sua mente rodasse e seu sorriso nervoso nascesse. Minjae encostou o rosto sobre as pernas do outro, ainda com a b***a erguida em sua direção. Se sentiu ser invadido com lentidão, uma ardência leve lhe preencheu. Calleo sentia sua temperatura pela primeira vez. Retirou-se de Minjae, observando o modo em como o outro reagia e voltou a adentrá-lo, com um pouco mais de pressa, sentindo seu p*u pulsar ao imaginar-se no lugar do dedo. ㅡ Pode ir com dois dedos, bebê. ㅡ o Han avisou, quase perdido naquela sensação. Atendendo o pedido do outro, Calleo uniu seu indicador e seu médio, os empurrando devagar. ㅡ Caramba… ㅡ Minjae gemeu, sentindo a dor um pouco maior. ㅡ Quer que eu pare? ㅡ Calleo perguntou, preocupado. ㅡ Não, continua, está gostoso. E enquanto Calleo continuava a f***r Minjae com apenas seus dedos, o outro gemia cada vez mais alto, imaginando que talvez Yejun realmente estivesse lhe ouvindo. ㅡ Eu quero sentar em você, amor. ㅡ O Han pediu, já sem forças quando os dedos de Calleo adentravam sem paciência a sua b***a, tocando sutilmente seu ponto prazeroso. ㅡ Minie… ㅡ Calleo chamou, vendo-o se erguer no momento em que se retirou de dentro de si. Minjae lhe olhou, sorriu, mas buscou mais lubrificante e lambuzou o c*****o no qual queria tanto sentar. ㅡ eu fiz certo? Minjae subiu sobre o outro, encaixando-se, deixando apenas que a glande lhe adentrasse com força. Gemeu, abaixando-se para buscar pela boca de Calleo. ㅡ Você foi maravilhoso, Calleonie. ㅡ respondeu, beijando o outro quando voltou a sentir as mãos longas se afundarem em sua cintura. Aos poucos, cada centímetro adentrava mais o interior de Minjae. Calleo gemia, perdido, o aperto era gigantesco, junto ao calor que Minjae exalava. Quando as peles se sentiram, ofegaram juntos, deixando que as bocas se tocassem num gesto cúmplice. ㅡ Você é tão apertado, Minie… Ouvir aquilo atiçou Minjae. Com vagareza, sua b***a se ergueu. Seu gemido arrastado ainda demonstrava sua dor, por tanto, Calleo foi rápido em buscar a boca do outro enquanto o quadril dele ainda se mexia, erguendo-se para no fim cair na mesma velocidade. E foi daquela maneira por longos minutos, estavam conhecendo aquele novo lado deles, tendo a primeira vez com leveza. Mas Minjae ainda sentia a vontade de mostrar a Calleo como era bom em f***r e como ele iria querer fazer aquilo por milhares de vezes, e, assim, aumentou a velocidade do quadril, fazendo as quicadas tomarem um pouco de ritmo, enquanto observava o rosto do amado bem de pertinho, embriagado com o modo em como ele parecia perdido ao lhe sentir. E a cada vez que as quicadas tornavam-se mais fortes, ambos gemiam mais e mais. Minjae parava quando suas pernas cansavam, mas não deixava de sentir o namorado em si. As mãos pesadas de Calleo sempre brincava com seu corpo, apertando-se onde dava, mas em certa hora estava sobre a bundinha branca de Minjae, apertando e até mesmo se atrevendo a ajudá-lo a quicar com mais força, sentindo seu interior, mais uma vez, avisar que se entregaria ao prazer daquela f**a no qual intitularam “amor”. Porém, antes mesmo que explodisse, Calleo mudou de posição. Observou o corpo pequeno de Minjae abaixo do seu, ainda estavam encaixados. Seu quadril moveu-se para frente, adentrando o Han e o gemido que ele liberou serviu de incentivo. Saiu com pressa e voltou outra vez, fazendo o primeiro som das peles se chocando, ecoando no cômodo. Minjae adorou aquilo. ㅡ Mete com força, Calleonie, eu gosto. O Hwang assim fez. Começou a meter com força, com pressa, sentindo-se a um passo de tocar o céu. ㅡ É assim, Minie? ㅡ Isso… continua, bebê. E a forma em como Minjae já estava se entregando, gemendo, brincando com os m*****s enquanto era preenchido, deixava tudo ainda mais gostoso. Em certa hora, Calleo acertou o ponto prazeroso do Han. Ouviu-o gemer, erguendo o corpo brevemente, mas caindo em seguida. ㅡ Faz assim. Assim! Ele não tinha jeito, tampouco experiência em como havia chegado ali. Mas meteu, continuou a meter até encontrar aquele ponto outra vez. Um sorriso satisfeito lhe preencheu, então apenas seguiu metendo ali, deixando Minjae sem intervalos, quando seu ápice se aproximou com força. ㅡ Eu vou gozar, bebê, não dá para segurar mais. Calleo o segurou pelas pernas. Ergueu ambas, metendo ainda mais forte. Estava perdido, não imaginou que sua primeira vez seria daquele modo, com tanto desejo, mas era Minjae quem lhe causava aquelas coisas. Era Minjae quem lhe instigava a meter, a fodê-lo até não aguentar mais, e quando, outra vez sentiu seu prazer vir, gemeu, ouvindo o gemido de Minjae intercalar com o seu, no segundo em que ambos gozaram juntos, como numa linda sincronia perfeita de amor. Seu quadril ainda metia, estava quase inconsciente de t***o. Mas ofegou, olhando para Minjae no momento em que largou suas panturrilhas e observou-as caindo com levidão. Riu, saindo de dentro do Han para cair ao seu lado. Naquele momento, ambos olharam para o teto simples. Suas respirações atrapalhadas eram audíveis, mas suas mentes estavam quietas, em silêncio. ㅡ Então isso… é fazer amor? ㅡ Calleo perguntou, rindo, ainda cansado, mas embevecido quando olhou a bagunça que era Minjae em seus cabelos bagunçados. ㅡ Não. ㅡ Minjae virou-se, sentindo-se leve, quase zonzo. ㅡ Não? ㅡ riu um pouco mais, aproximando-se dos lábios fartos, selando-os com brandura. ㅡ então o que foi isso? ㅡ Isso foi f***r com amor, bebê. Foi a nossa f**a com amor...
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