Capítulo 5

870 Words
Johnny Segunda de manhã, volto à minha rotina semanal. Acordar. Malhar. Chuveiro. Escolher os castigos de Simone. Trabalhar. Eu gosto de rotinas. Eu amo o controle que uma rotina me dá, e se não fosse por esse controle, quem sabe onde diabos eu estaria agora? Lembrei-me de Anna e de como fugiu quando quis um compromisso, e de como a peguei fodendo com um inimigo na minha cama. A única coisa que sei, com certeza, é que eu preciso ter o controle para ser livre com uma mulher. Charles me deixa sair na frente do prédio antes de levar o carro até a garagem. Ward Inc. é mais que um lar para mim. É a minha fortaleza de trinta andares para os demônios do meu passado. Quando estou aqui, não importa que minha ex tenha vindo até mim apenas pra tirar informações, que a única mulher que eu amei, nunca me amou. Entrando pela porta da frente, sou recebido por clive, o guarda de plantão no saguão. Faço questão de cumprimentar todos os meus funcionários. Ainda é cedo e o lugar está quieto. O elevador me leva direto para meu escritório e, Gisele espera por mim com um sorriso. — Senhor Ward, como sabe essa é a minha última semana antes do bebê nascer — Gisele alisa a barriga. — Sei — suspiro, só de pensar em outra secretária, sinto calafrios, ter que treinar uma nova mulher é péssimo — Mais alguma coisa? — Uma tal Simone avisou que está indo pra Portland com um amigo e que — ela baixou os olhos — ele é aquele amigo gay que o senhor conhece. — Ela disse isso? — Disse — Gisele está corada, aposto que aposta que o amigo e eu temos alguma i********e. — Quais as reuniões? — mudo de assunto e a vejo aliviada. — A dona da Special às dez, uma equipe de aviação. E Mariah! — Quem é Mariah? — A sua provável secretária... — Eu tenho que ver isso? — Tem — Gisele afasta o cabelo dourado — caso não goste, eu tenho que arrumar outra. — Está certo. — Senhor Ward... — O que, Gisele? — Seu irmão tem trazido uma mulher pra cá a noite e o porteiro têm reclamado dos barulhos... — Vou falar com ele, Richard acha que está apaixonado e agora a vida dele é essa... Reclamei e ele disse que estava diminuindo o ritmo, pelo visto achou outro lugar. Aqui. As reuniões são um sucesso e o resto da manhã passa rapidamente. — Mariah Gonzales está entrando. Olho para a porta esperando uma latina, mas não, ela tem a pele cor de caramelo com leite, é pequena, os olhos são esverdeados, quase castanhos escuros. Seguro o ar quando ela fecha a porta. — Qual a sua experiência? Ela me diz que não tem muita, a blusa dela está entreaberta, mas ela parece não saber que posso ver um pouco da pele, ela é tímida, quase uma submissa, não me olha nos olhos. — Pode me olhar enquanto fala. — Sim, senhor — agradeço aos céus por estar sentado, meu p*u pulsa nas calças. Ela fala baixo, consigo imaginar ela amarrada, enquanto eu a fodo. — Mariah o que quero com uma secretária sem experiência? Como você cuidaria de Johnny Ward? Minha voz soa rouca, começo a imaginar como será a depilação dela, será que ela se depila? A b***a dela é larga, empinada mesmo na saia sem corte. Será que sabe que além desse ar submissa ela é sexy? — Não sei, agora olhando em volta parece uma má ideia, você é tão sofisticado e... Eu sei lá, não combino com isso. Ela morde os lábios, seguro a mesa, sou um predador vendo a presa em meu caminho, será que ela tem um Dom? — O senhor está bem? Parece pálido... — Estou ótimo, é só o ar-condicionado — Acho que nós dois perdemos tempo, não é? — ela senta na minha frente, eu tento me conter. Será que ela não percebe? — Não sei... Mariah é esse seu nome, não é? — É — os olhos dela são tão inocentes que m*l consigo respirar. — Não posso te contratar, não como minha secretária... — Como copeira? — ela ri e fica ainda mais atraente — Esqueça eu agradeço senhor Ward, meu amigo te acha lindo. Ela levanta e ver a b***a dela em movimento faz meu p*u latejar, quando ela fecha a porta, eu vou até lá e a tranco. Me toco, só paro quando o alívio vem, limpo as mãos e vou até meu banheiro particular. O g**o não foi libertador, eu preciso de Mariah amarrada, eu preciso que ela me obedeça, ela tem que ser minha submissa. Abro a porta, preciso do endereço de Mariah, para minha surpresa ela ainda está lá, ela conversa com Richard. Ela se despede dele e acena pra mim, meu irmão se aproxima: — Você não gostou da irmã de Sofia? Era ela que estava no elevador aquele dia, ela é um tipo diferente do que sempre mostro, pelo jeito estou certo, você gosta de homem. Não ligo para o que Richard pensa, não quando há meios de eu reencontrar Mariah.
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