Os dias se passaram e as semanas também. Meu pai ligou para mim e disse que tinha uma surpresa e que chegaria ao meio-dia. Eu estava tão entusiasmada que queria estar pronta antes, ansiosa para receber a surpresa. Passei a manhã me arrumando, conferindo cada detalhe: cabelo arrumado, roupa confortável mas bonita, maquiagem leve, tudo perfeito para o grande reencontro. Quando olhei pela janela e vi o carro chegando, meu coração disparou. Era ele! O carro parou, e meu pai saiu primeiro, com aquele sorriso que sempre me fazia sentir segura. Logo depois, Derek apareceu ao lado, acenando e sorrindo. Eu não me contive: corri para abraçá-los. — Papai! — gritei, quase sem fôlego de emoção. — Minha filhinha! — ele respondeu, apertando-me com força, como se quisesse garantir que eu estava mesmo a

