Tâmara Souza 💫 - Coque | Recife 🌙
Eu estava nervosa, com vergonha, mas estava gostando pra c*****o de tá vivendo isso aqui com ele…ele é diferente do que eu ouvir falar, não tem esse negócio de ego alto, ele é sim um pouco autoritário, mas qual bandido não é?
No meu ver ele foi até que respeitador, deixou eu curtir minha vibe até eu pedir pra ir embora, não forçou a barra pra beijar na frente de ninguém e só avançou o sinal agora, dentro do carro dele, o que me fez ver que ele também é reservado e talvez, só talvez se preocupou com minha reputação na frente de geral.
Mas eu estava louca pra saber o gostinho da boca dele, só não tava tendo coragem de avançar, já fiz o trabalho de sentar no colo dele e toda vez que me mexo eu sinto o volume por dentro da calça, me fazendo pensar se vai caber, porque p***a, só pela calça eu já estou sentindo um volume do c*****o, imagina sem calça e cueca, eu estou literalmente fodida.
__ você também é tudo que falam por aí, digo, na versão boa, gato, gostoso, uma perdição. - falei, devolvendo o elogio que ele fez, fiquei toda perdidinha, cheia de vergonha, ele riu alto me ajeitando no colo dele, fazendo a cadeira subir um pouco, me deixando sentada bem em cima do p*u dele e levou a mão até minha nuca, grudando no cabelo puxando minha cabeça na direção dele, deixando nossos rostos bem próximos, p***a, que pegada, quase solto um gemido só por ter sido pegada dessa forma.
__ e você é uma diabinha, pilantra safada. - fala rindo com a boca quase grudada na minha, acabo rindo fraco, não é a primeira vez que me chamam de diaba ou pilantra, não sei a quem puxei, mas não consigo ser certinha e santinha, tá no sangue ser uma peste mesmo, me amarro no meu jeito de ser, passo a língua entre os lábios molhando eles, desejando pra c*****o a boca dele na minha, disputando por espaço e parecendo ler meus pensamentos, sem perder mais tempo algum ele junta nossas bocas em um beijo grosso e rápido, como se fosse me engolir, mas eu gostei pra c*****o.
Sinto a língua dele invadir a minha boca pedindo passagem e eu cedo na hora, fazendo nossas bocas encaixar, ele morde e chupa a minha boca como se fosse uma bala e p***a, aquilo era gostoso demais, nunca fui beijada dessa forma, com tanta intensidade e desejo assim, eu já estava ficando nervosa, pois sabia que depois daqui não tinha como correr mais, e pra falar a verdade, eu nem queria correr, tava tão gostoso que eu não quero pensar no pós, eu só quero viver de verdade esse momento e dar pra esse homem até não aguentar andar mais amanhã, provar do que a Antônia tanto fala, gozar gostoso no p*u dele e na boquinha.
Eu já tinha gozado outras vezes, no máximo três, quando o lado sapatão da Antônia aparecia e ela queria viver experiência novas, p***a, o que aquela boquinha fazia na minha b****a não era brincadeira, me fez gozar pela primeira vez na vida com aquela língua gostosa que só ela tem, mas também não vem ao caso agora.
Sinto a falta de ar aparecer e me afasto um pouco dele, ainda com os olhos fechados respiro fundo, sentindo os beijos dele descer para meu pescoço, mordendo e chupando, filho da p**a, marcando território.
__ não marca. - reclamo e ele parece não ouvir, chupa com mais força, me fazendo até sentir uma dorzinha, que ódio. - humm, aí. - solto um gemido seguido de reclamação pela dor.
__ muito gostosinha pra não marcar cachinhos. - murmura soltando meu pescoço e volta o olhar pra mim. - tua b****a é cheirosa e docinha assim como teu pescoço? Porque se for, p***a, tô louco pra provar. - fala sem pudor algum e eu sinto meu rosto esquentar novamente, eu sei que sou p*****a, mas p*****a envergonhada, não falo nada assim na cara como esse maluco não. - me perco fácil nesse teu jeitinho de ter vergonha. - fala rindo e eu acabo rindo também, tinha nem resposta para a pergunta dele, mas tava doida pra ele sentir o gostinho, segundo a Antônia é uma delícia. - vamos entrar linda? - pergunta e eu confirmo com a cabeça, já tava na merda mesmo, agora era enfrentar as consequências.
Saio de cima dele e passo para o outro banco que eu estava, abrindo a porta e saindo, vendo ele fazer o mesmo, os meninos da segurança dele tudo lá atrás, nem tão perto, nem tão longe, boatos que rolam por aí é que ele tá visado demais, por isso anda com segurança até dentro da própria comunidade.
Eles desviam o olhar quando me vêem e o bofinho vem na minha direção, abre o portão de alumínio com a chave e depois afasta para o lado, portão de correr é tudo, dar espaço pra eu entrar na frente e logo entra em seguida, fechando o portão com a chave.
Passo o olhar pelo mini quintal sem nada, sem plantas, cachorro, nada, nem parece que alguém mora por aqui, e ai que minha ficha caiu, ele não mora aqui, era uma casa qualquer que estava no nome dele, e eu iludida achando que estávamos na casa principal dele.
Vejo ele caminhar na minha frente até a de vidro, que também era de correr, coloca a chave no lugar e abre ela, me dando espaço pra entrar no terraço, que tinha umas cadeiras de madeira e uma mesinha com um jarro com flores no centro, tiro minha plataforma do pé, deixando ela ali no cantinho, se eu entrasse com ela ia sujar a casa toda que tava com um cheirinho de limpeza ótimo, parecia que tinha sido limpa hoje, o chão de cerâmica branca brilhava.
Caminho em passos lentos atrás dele que sai do terraço já entrando na sala que tinha uma cortina toda preta dividindo sala do terraço, passo o olhar na sala vendo um sofá tipo L enorme, todo preto e em frente ao sofá, no painel grudado na parede um tv enorme também, meus olhos chega brilhou, lá em casa é uma simples e uma guerra pra dividir entre eu e minha irmã, e ainda tem meus pais que chegam cansados do trabalho e querem assistir as novelas da noite, uma luta só.
__ quer ouvir alguma coisa linda? - perguntou quando viu eu parada olhando pra tv enorme, fiquei até com vergonha, mas confirmei com a cabeça e ele balançou como se mandasse eu pegar o controle no painel.
Sem pressa eu vou até lá, pego o controle e ligo a tv, vejo ele caminhar saindo da sala, acho que indo até a cozinha, segundos depois escuto a voz alta dele vindo lá de dentro.
__ quer beber alguma coisa cachinhos? - perguntou e eu fiz careta, apegou mesmo nesse apelido, mas nem queria, minha bexiga tava cheia, o que eu queria mesmo era ir no banheiro, aliviar ela.
__ não lindo. - respondo alto pra ele ouvir e presto atenção na tv, colocando no YouTube, botando pra tocar mc thayk e noara marques, além da cama, música gostosinha de se ouvir e fazer umas loucurinhas.
Coloco o controle ali de volta deixando a música tocar no volume dez, nem tão alta, nem tão baixa, do jeitinho certo pra dar um climinha legal.
Escuto os passos dele voltar pra cá e novamente ele tava com um copo de whisky na mão, acho que já vai no quinto ou sexto, não sei como não ficou bebo ainda.
Ele caminha até o sofá, coloca o copo no porta copos que tem ali, senta desabotoando a calça e tira ela sem pudor algum, ficando só de cueca branca, deixando o volume bem explícito, o p*u branco com a cabeça bem rosinha, p**a que pariu, nunca tinha visto um de tão perto assim, só nos vídeos que a maluca da Antônia me manda, caramba que delícia.
__ vem cá linda. - chama e eu nem perco tempo, caminho até ele que me puxa pra sentar de lado no colo dele. - tira essa roupa pô, ficar mais à vontade. - fala e meu rosto esquenta, como eu vou falar pra esse homem que eu sou virgem? p**a que pariu, sinto ele beijar meu pescoço e passar a mão por meu corset por trás procurando pelo flash, e quando acha, desliza ele para baixo, fazendo assim ele se abrir todo nas costas e sem vergonha nenhuma, ele puxa tirando do meu corpo, me deixando exposta pra ele. - p***a, do jeitinho que imaginei, cabe certinho na minha boca cachinhos, feitos na medida certa. - falou encarando meus p****s e eu corei de vergonha, mas mordi a boca imaginando a boca dele com meus p****s dentro dela, p**a que pariu.
Não consegui formular uma frase pra falar nada, mas quando sinto língua dele passar no bico do meu peito esquerdo e os dentes mordiscar fraquinho, não consigo mais me manter calada.
__ hmm, que delícia, p***a. - solto o gemido que estava preso na minha garganta e ele não perde tempo, chupa mais ainda, passa a língua ao redor da aréola e suga forte me fazendo sentir t***o e dor ao mesmo tempo, filho da p**a.
Ele faz o mesmo com o outro e p***a, eu já tinha recebido chupada no peito, mas dessa forma que ele tá fazendo não, era diferente, parecia saber o que tava fazendo e que linguinha abençoada, p**a que pariu.