Capítulo 006

1050 Words
Tâmara Souza 💫 - Coque | PE 🌙 Porra, eu tava literalmente fodida, o gostosinho segurava firme meu cabelo forçando aquele p*u enorme na minha garganta, meus olhos escorriam sem parar, eu tentava puxar o ar pelo nariz porque pela boca tava impossível, minhas mãos estavam paradas em cima da virilha dele tentando empurrar ele um pouco pra trás, mas esse filho da p**a gostoso sabia bem como me manter presa ali, minha língua percorria todo o p*u dele que entrava e saia da minha boca sem calma alguma, ele literalmente tava fodendo a minha boca, garganta, tudo, e eu não sei como ainda não vomitei, toda vez que bate na minha garganta eu fico com vontade de vomitar, até chego a engunhar mas seguro, Deus me livre vomitar no p*u do bofe. Sinto o p*u dele pulsar dentro da minha boca e sei muito bem que ele tava quase gozando, não sou bobinha como já falei, sou lacrada, mas tenho algumas experiências, com p*u não, mas sei como funciona, meus dois amigos não me deixam de cega e surda no assunto e eu não sei se agradeço ou mato eles por isso. __ vou gozar cachinhos, gozar bem gostoso na tua boca e tu vai engolir tudo, como uma boa p*****a que você é. - saio do transe com ele falando, batendo forte na minha cara, p***a, tava gostoso demais, mas eu não aguentava mais ser fodida na boca por esse p*u enorme, tava vendo a hora de desmaiar sem ar ou vomitar no p*u dele, com os olhos cheios de lágrimas caindo por meu rosto inteiro eu confirmo piscando os olhos, nunca tinha feito, mas segundo a Antônia é gostosinho. - p***a, engole tudo vai. - ele manda e eu sinto minha boca toda encher com aquilo, era totalmente ao contrário do que a Antônia falou, p***a, a textura, o gosto, misericórdia, não queria engolir, mas ele segurou forte meu maxilar, fazendo eu engolir e no fim, deu um tapa no meu rosto, aposto que já estava toda vermelha. - boa menina. - murmurou me olhando todo bonitinho, p***a, porque tinha que ser tão delicioso assim? Ainda de joelhos eu limpo o líquido que escorreu pelo cantinho da boca e ele rir se jogando no sofá, eu tava muito afim de dar pra esse homem, mas eu sabia que iria me machucar muito, ainda sou lacrada e o p*u dele é enorme de verdade, grande e grosso, p***a, eu vou me f***r literalmente. __ vem cá linda. - ele chama todo gostoso, como esse homem gozou agorinha e o p*u já tá duro dessa forma? p**a que pariu! Sem pressa alguma eu me levanto e vou até ele, sentando no colo dele, passo uma perna de cada lado da sua e roço minha b****a molhada e babada do jeitinho que ele deixou no p*u dele sujo de g**o, fazendo ele suspirar e jogar a cabeça pra trás. Aproveito, aproximo minha boca do pescoço dele, beijando e marcando como ele marcou o meu, direitos iguais, não tô nem aí, mas ele pareceu não ligar e deixou eu fazer o que queria, é incrível como ele não é a pessoa que dizem por aí, pelo menos comigo ele não foi! __ p***a cachinhos, quero muito sentir tua b*******a por cima do meu p*u, senta pra mim vai? - ele pede e eu não tenho cara de falar que sou virgem, p***a, ele nunca vai acreditar, chupei ele, deixei ele gozar na minha boca, deixei ele me lambuzar toda, c*****o, fui longe de mais e vou ter que segurar as consequências. - hein? - fala me cheirando e eu mordo a boca tentando tomar coragem. Foi em questão de segundos, sem eu esperar, ele sustenta meu quadril e se enfia dentro de mim, p***a, doeu como nunca, ele não teve a decência de esperar eu falar alguma coisa, p**a que pariu. __ aiiii. - quase solto um grito de dor, meus olhos encheu de lágrimas ainda deitada no pescoço dele, no mesmo segundo que ouviu meu gemido de dor ele parou e pareceu perceber o que tinha acabado de acontecer, p***a, ele descobriu que eu era lacrada e ele acabou de tirar o tampão, agora já era, já tinha feito, o jeito era aproveitar e me acabar em cima desse p*u. - humm, devagar vida. - murmurei tentando entrar no clima, mas ele parecia estar estático, não se movia, só segurava na minha cintura sem saber o que fazer, p***a, só o que me faltava agora! __ c*****o cachinhos, p***a, que b****a apertada do c*****o, me diz, abre a boca e fala que não é o que eu tô pensando, namoral. - falou todo cabreiro e eu rir sem graça sem olhar pra ele. __ o que você tá pensando? - perguntei toda debochadinha e ele riu negando com a cabeça. - eu era virgem galego, agora já era. - falei toda manhosa sem tirar o rosto do pescoço dele. __ p***a cachinhos, machuquei você cara. - murmurou tentando me tirar do colo dele, mas eu não deixei, tava com vergonha e com dor, mas queria mais. - deixa eu olhar se machucou muito pô. - pede e eu n**o com a cabeça, fazendo ele respirar fundo. - qual o caô? - perguntou. __ não tem caô, só quero terminar de curtir o nosso lance gostosinho aqui. - murmurei e ele dar um tapa forte na minha b***a me fazendo rir. __ tem certeza disso? - balancei a cabeça mordendo a boca. - eu quero ouvir você falando que quer Tâmara. - falou todo preocupadinho nem parece que tem fama de psicopata. __ eu tenho certeza lindo, quero curtir o resto da noite contigo da melhor forma, pode ser? - falei tirando o rosto do pescoço dele e falei olhando dentro dos olhos dele que riu todo gostosinho passando a língua na boca grudando nossas bocas em um beijo lentinho, ainda estava estática em cima dele, o p*u batia na minha b***a, minha b****a estava dolorida só por ele ter colocado daquela forma, mas eu tava muito afim de sentar gostoso pra ele e descobrir o verdadeiro significado de surra de p**a, já que quando eu chegasse em casa iria levar a surra tradicional, queria curtir um pouco da outra surra.
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